Mais uma, Fundação?
Giovanni Ramos - contato@controversas.comDurante o Nosso Inverno em 2009, representantes da Fundação Cultural afirmaram que os grupos blumenauenses não precisariam pagar aluguel para usar o auditório Carlos Jardim. O local também estaria disponÃvel para outros tipos de eventos, não artÃsticos, mas aà seria cobrado uma taxa para utilização. Alguns discordaram da ideia, pois achavam que a Fundação deveria ser exclusiva para cultura. Outros aprovaram, entendendo que a autarquia teria outra fonte de renda, sem cobrar ainda mais dos artistas.
Maio de 2010 – O diretor teatral Rafael Koehler foi reservar o auditório por dois dias para apresentação do espetáculo A Sede do Santo. Para montagem do cenário, ensaios e apresentação, seria preciso a reserva do espaço das 9h à s 22h nos dois dias. Koehler foi informado que a autarquia estava COBRANDO R$ 50 a hora pelo espaço, inclusive para grupos teatrais de Blumenau.
Pelo tempo utilizado, o grupo gastaria R$ 650 por dia de aluguel, mais R$ 130 com o técnico de iluminação, seriam gastos R$ 1.560,00 com a Fundação. O decreto 9117, assinado pelo Prefeito João Paulo Kleinubing (DEM) no começo do ano, autoriza (mas não exige) a cobrança.
É a cultura blumenauense dentro do Titanic.





