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	<title>Portal Controversas &#187; Arte/Lazer</title>
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	<description>Blumenau por outro ângulo</description>
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		<title>A CPI do Ecad e a ministra da Cultura</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 03:46:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Portal Controversas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte/Lazer]]></category>
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		<category><![CDATA[ministra da Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Ana de Hollanda quer enganar a “rapaziada” e diz que não tem nada a ver com Ecad. Leia artigo de Renato Rovai, editor da Revista Fórum]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>POR <a href="http://www.revistaforum.com.br/blog/2012/04/25/ana-de-hollanda-quer-enganar-a-rapaziada-e-diz-que-nao-tem-nada-a-ver-com-ecad/" target="_blank">RENATO ROVAI</a>,</strong></em><br />
<em><strong>blogueiro e editor da Revista Fórum </strong></em></p>
<p>Na terça-feira (24), o senador Lindberg Farias (PT-RJ) apresentou à CPI do Ecad seu relatório que será votado em sessão no dia 26/04, às 9 horas, no Plenário 1, da Ala Nilo Coelho, no Senado Federal.</p>
<p>A Frente de Cultura no Congresso fez um resumo da investigação. O leitor vai ver que não há nada que não tenha sido dito por aqui e por outras paragens enquanto a ministra Ana de Hollanda fazia cara de paisagem e montava sua equipe de governo com gente da confiança do ECAD.</p>
<p>Como a casa caiu, agora Ana de Hollanda faz de conta que ECAD é ECAD e Ana é Ana. E que isso que andam falando por aí é coisa dessa rapaziada que gosta de internet e até lê blog. Sim, a ministra falou ontem na CPI que tem uma rapaziada que gosta de Internet e que precisa começar a ler livros no Ipad e que com isso o mercado dos livros vai crescer. E que essa rapaziada também gosta de ler blogues.</p>
<p>Bom, mas leia o resumo do relatório (é curtinho) e depois algumas “maldades” dessa “rapaziada” da internet.</p>
<p><em><strong>Principais tópicos levantados pelo relatório:</strong></em></p>
<p>A CPI investigou por um ano e conclui que:</p>
<blockquote><p><em>“… o sistema de gestão coletiva de direitos autorais, que tem como entidade central o ECAD, necessita de uma profunda mudança, razão pela qual concluiu pela aprovação de um projeto de lei que modifica todo o sistema de gestão coletiva.</em>”</p></blockquote>
<p>Além do projeto de Lei a o relatório gerou 26 recomendações ao Ministério Público, OAB, Poder Executivo e Poder Legislativo.</p>
<p>Para o Ministério Públcio o relator faz onze recomendações das quais propõe o indiciamento de vários dirigentes das associações e do ECAD, pela prática de crime de falsidade ideológica, apropriação indébita, agiotagem e crime contra a ordem econômica.</p>
<p>Para o Poder Executivo foram treze recomendações ao poder executivo, entre elas sugere:</p>
<blockquote><p><em>• Ao Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência o rápido julgamento e a efetiva condenação do Ecad e de suas associações pela prática de Cartel, com a aplicação das sanções cabíveis;</em><br />
<em> <em>• </em>À Receita Federal, o Relator recomenda que faça uma minuciosa auditoria nas contas do Ecad e das nove associações que o compõem;</em><br />
<em> <em>• </em>À Presidência da República, o Relator recomenda que envie, com urgência constitucional, o projeto de lei que reforma a Lei de Direitos Autorais;</em><br />
<em> <em>• </em>Que seja criada no Ministério da Justiça a Secretaria Nacional de Direitos Autorais – SNDA e o Conselho Nacional de Direitos Autorais – CNDA, estruturas administrativas com competência para regular, mediar conflitos e fiscalizar as entidades de gestão coletiva de direitos autorais. Que, após a criação da Secretaria e do Conselho, o Ministério da Justiça abra um amplo debate com a sociedade sobre a pertinência de criação de uma autarquia própria, autônoma, com competência para dispor sobre a gestão coletiva de direitos autorais.</em></p></blockquote>
<p>Para a OAB sugere:</p>
<blockquote><p><em>Que sejam remetidos ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) os depoimentos e demais documentos constantes nesta CPI relativos ao caso dos honorários advocatícios, referidos na Parte III, item 5, com recomendação para que a Ordem se pronuncie sobre a regularidade do procedimento adotado pela Assembléia Geral do Ecad.</em></p></blockquote>
<p>E por fim, para o Poder Legislativo, o Senador recomenda a aprovação do projeto de lei apresentado pela CPI que reforma o sistema de gestão coletiva de direitos autorais: “Dispõe sobre a Gestão Coletiva de Direitos Autorais e estabelece condições para o exercício das prerrogativas do Escritório Central cujo objetivo é a arrecadação e a distribuição dos direitos relativos à execução pública de obras musicais e literomusicais e de fonogramas.”</p>
<p><em><strong>Recordar é viver: comentário de Ana no blog do Grassi</strong></em></p>
<p><em>Oi Grassi,</em><br />
<em> Essa questão de direitos autorais tem provocado discussões calorosas pelo fato de mexer com altas cifras e propriedade privada, já que a criação artística é um bem inalienável, além de sustento profissional de um contingente enorme de artistas de todas as áreas. Com o surgimento da internet, celulares, com seus provedores, softers, empresas de telefonias e grandes grupos que englobam tudo acima, a criação é o elo mais fraco e fácil de se neutralizar com o irônico discurso de “democratização do acesso”. O mundo inteiro está discutindo como se ajustar à novas tecnologias e o Brasil não está fora disso. As diversas associações de músicos e compositores e seu escritório central, o ECAD, participam de congressos internacionais em busca de soluções que permitam o acesso sem deixar de remunerar os criadores.</em><br />
<em> Lembro que seu conterrâneo, Fernando Brant, além de um dos nossos maiores compositores é uma pessoa esclarecida e, com anos dedicados à luta, poderia ser entrevistado sobre o assunto.</em><br />
<em> beijos, Ana</em></p>
<p><em>Publicado no dia 18 de janeiro de 2008, se você não acredita na “rapaziada”, leia lá no blog do atual presidente da Funarte e ex-assessor de Aécio.</em></p>
<p><em>A propósito de Aécio Neves, como parte “daquela rapaziada” que “gosta de internet”, fuçando aqui e ali achei esse trecho do discurso do atorr na sua posse no governo de Minas. Pesquei num artigo do Carlos Henrique Machado de Freitas, vejam que beleza:</em></p>
<p><em>“Minas já mostra ao nosso país um outro olhar para as relações políticas e da gestão pública no nosso Brasil. Seguramente, Minas mais uma vez se coloca na vanguarda da política nacional. O meu trabalho, a partir de hoje, tem como eixo os direitos dos cidadãos alinhavando ações com outros estados da Federação e isso eu posso afirmar que parte deste trabalho já nasce facilitado pelo reconhecimento nacional à excelência da gestão do Governo de Minas”.</em></p>
<p><em><strong>Sobre os Direitos Autorais</strong></em></p>
<p>“Um dos projetos que será coordenado por Grassi é a criação de um fórum de discussão sobre direito autoral e lei de patente. O governador Aécio Neves destacou que o surgimento de novas mídias tem ampliado a necessidade de um debate mais aprofundado sobre o assunto. “Um dos desafios seria a criação do fórum de discussão sobre a questão do direito autoral e da lei de patente”. Podemos aqui de Minas construir algo que reflita-se pelo país, mas denso, coordenado, com uma discussão profunda que enfrente essa questão, sobretudo agora com o surgimento dessas novas mídias, da internet, enfim, inovações que determinam, quase que nos obrigam a renovar e ampliar esse debate que já se estende” (Agência de Minas).”</p>
<p><em><strong>Recordar é viver, parte 2</strong></em></p>
<p>A aproximação entre o atual ministério e o Ecad, não se explica apenas nos detalhes e nas cartinhas ou discursinhos dos seus principais “atores”. Logo que foi nomeada ministra, Ana de Hollanda retirou o selo de Creative Commons da página do Minc, ação totalmente oposta a que foi adotada por Gilberto Gil e Juca Ferreira durante o governo Lula.</p>
<p>Em seguida, nomeou Márcia Regina Barbosa como diretora de Direitos Intelectuais, indicada ao cargo por Hildebrando Pontes, advogado do Ecad. Tibério Gaspar, ex-fiscal do órgão, foi designado assessor especial da ministra no Rio de Janeiro. Nunca na história deste país nomes do Ecad foram trabalhar no Ministério da Cultura. Por que só com Ana?</p>
<p>Além disso, recentemente, o jornalista Jotabê Medeiros publicou uma reportagem no site Farofafá, que comentei e linkei aqui que reforçou ainda mais a relação do ministério de Ana com o ECAD. Segunda a matéria, um suposto favorecimento foi descoberto depois da análise de documentos emitidos pelas duas instituições. O Ecad confeccionou uma peça de defesa que circulou por Brasília em novembro do ano passado e o MinC a endossou, através de um parecer técnico enviado ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Isso é coisa da rapaziada, ministra?</p>
<p>Enfim, a CPI do ECAD abriu parte da caixa preta da CBF da Cultura. Órgão que dita as regras da política atual do MinC no que diz respeito aos direitos autorais. E a ministra agora faz de conta que suas relações com a entidade eram apenas republicanas. Somos todos idiotas?</p>
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		<title>Desterritorializações do Vale</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 23:29:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte/Lazer]]></category>
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		<category><![CDATA[Desterritorializações do Vale]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Machado]]></category>

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		<description><![CDATA[Livro que será lançado nesta terça-feira na Furb coloca em discussão o o conceito de identidade regional do Vale do Itajaí]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://liquidificador.art.br/produtosculturais/wp-content/uploads/2012/03/lan%C3%A7a_desterritorializa1.jpg" alt="" width="547" height="525" /></p>
<p>O Vale do Itajaí, uma das regiões mais importantes economicamente do Sul do Brasil e que possui o maior colégio eleitoral de Santa Catarina, possui uma identidade regional?</p>
<p>A região foi tema de um estudo de seis historiadores, que analisaram aspectos históricos, culturais, sociais e políticos relacionados à edificação do conceito de identidade regional nas cidades. O resultado é a obra “Desterritorializações do Vale”, que será lançada nesta terça-feira (10), às 19h, no auditório da Biblioteca da Furb.</p>
<p>O livro foi organizado por André Voigt e Ricardo Machado e reúne também, artigos de outros quatro historiadores: , Roberto Caresia, Arnaldo Haas Junior, Keuly Dariana Badel e Darlan Jevaer Schmitt.</p>
<p>Um dos organizadores, Machado é também autor do livro &#8220;Entre o Público e o Privado&#8221;, que aborda a constituição dos espaços públicos da cidade a partir de processos judiciais entre 1850 e 1920.</p>
<p>Simultaneamente, ocorrerá a abertura da exposição “Prêt-à-porter” da artista visual Daiana Schvartz.</p>
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		<title>Bafões no Ministério da Cultura</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 23:07:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Portal Controversas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte/Lazer]]></category>
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		<description><![CDATA[O Controversas publica uma análise de Márcio Cubiak sobre os rumos das políticas públicas para a Cultura no país com a manutenção de Ana de Hollanda no MinC.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>POR MÁRCIO CUBIAK</strong></em><br />
<em><strong>do blog <a href="http://respublicacultural.blogspot.com.br/" target="_blank">Respública Cultural</a> </strong></em></p>
<p>Moro num município em que a pessoa responsável pela área Cultural é verdadeiramente um problemaço. . Tomou pau de artistas, produtores, mídia. Que fez a coalizão política que a sustenta através da Prefeitura? Nada, manteve no cargo que ficará até o final da gestão Kleinubing/PSD/DEMO/PSDB.</p>
<p>No caso de Ana, é a mesma coisa. Vai terminar o governo Dilma, vai começar segundo mandato e talvez só ai, a Ana voltará a ser cantora. Enquanto isso, muita crítica e defesa sobre a ministra rolará. Deixa que é bom! Eita gente chata que não gosta do debate! Eita gente que ainda acha que há só uma verdade!</p>
<div id="attachment_6074" class="wp-caption alignnone" style="width: 590px"><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2012/04/ana-de-hollanda.jpg"><img class="size-full wp-image-6074 aligncenter" title="ana de hollanda" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2012/04/ana-de-hollanda.jpg" alt="" width="580" height="275" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Marcello Casal Jr/ABr</p></div>
<p>Tenho visto desinformação dos dois lados do debate &#8211; naqueles que querem a sua saída e naqueles que querem a permanência da ministra. Porque todo mundo gosta, no Brasil, de Fla X Flu. Então, como tem gente crítica ao Ministério da Cultura, tem, também, a gente do &#8220;Não, só pode ser coisa do PIG ou então, dos muleke de internet&#8221; e começa o clássico que reduz muita coisa no país: Fla X Flu; Pt X PSDB; Neoliberalismo X Desenvolvimentismo.</p>
<p>Eu trago, minha vivencia nessa área nos meus últimos 10 anos. Não é o mais confiável, mas me trouxe uma hipótese. Pra mim, a questão é outra: é a política! Mas cabe esclarecer que vejo com olhos críticos os dias de hoje do Ministério&#8230;Quer dizer, tenho meus lados.</p>
<p>Qual a diretriz política pra Cultura, num país como o Brasil, multicultural e desigual por essência?</p>
<p>Uma diretriz política é a sustentação teórica, um tipo ideal mínimo, que permite lançar mão de estratégias políticas e institucionais para determinados contextos. É o cérebro da Política.</p>
<p>Por trás de toda política cultural, tem uma ideia sobre Cultura. E ela pode ser mais restrita ou mais abrangente. Em Cultura, não é diferente. A manipulação do conceito de cultura tornou-se bastante elástico, por parte dos agentes sociais que se utilizam dela como recurso. Os sujeitos que transitam pela cultura são variados, envolvendo inúmeras visões de mundo e relações de poder, bem como temporalidades e espacialidades diversas, que se manifestam de diferentes formas.</p>
<p>Isto porque, atualmente, é possível falar em cultura e referir-se as grandes intervenções culturais utilizadas na revitalização de cidades européias, o impacto da Economia Criativa no desenvolvimento nacional, como também das práticas de grupos tradicionais brasileiros como ribeirinhos, quilombolas, indígenas. Ou, então, é possível utilizar a cultura para expressar uma identidade sexual, etária ou étnica. Além disso, são inúmeras as linguagens e suportes possíveis de expressão que fazem parte da dimensão cultural das sociedades, caracterizadas por saberes específicos como teatro, música, cinema, literatura, artesanato, fotografia etc.</p>
<p>Quando vejo críticas aos ministros Gil e Jucá, percebo, também, a mesma lógica daninha de analisar o que foi os 08 anos de gestão Lula na Cultura que se vê hoje nas reduções do debate atual. Os defensores da gestão Ana, em geral, (não sei se são o Fla ou o Flu) também pinçam coisas descontextualizadas. É como se o MinC que existe hoje tivesse caído do céu. Esquecem que Collor extinguiu a pasta, veio o Itamar, recriou “meia boca torta”; veio o FHC, esvaziou; e tudo ficou focado na Rouanet, “Cultura é um bom Negócio”. Sem programas, projetos, sem institucionalidade no Ministério vazio.</p>
<p>Que fez Gil/Juca? O maior salto em termos de políticas culturais que o Brasil vivenciou no período democrático. Concurso público, desburocratização dos caminhos na Rouanet, representações regionais, reforço das autarquias (FUNARTE, BIBLIOTECA NACIONAL, PALMARES, RUI BARBOSA, IBRAM, IPHAN), diálogo com o Congresso Nacional e mecanismos de escuta e participação social – Câmaras setoriais, reformulação do Conselho Nacional de Políticas Culturais, duas Conferências nacionais, audiências públicas. Isso no campo da institucionalização do Ministério. Noutra Ponta, dos Programas e Políticas, fortalecimento do mecanismo Edital para o financiamento cultural; ampliação do conceito de cultura, de modo a atender comunidades tradicionais e gente que não está no campo erudito dos teatros, museus e outros salões lindaços!</p>
<p>O próprio “Cultura Viva”, com os Pontos de Cultura, é um avanço significativo, uma revolução na política pública que esbarra no corporativismo de um Estado burocrático e fechado, feito para profissionais da política, dos projetos e dos lobbies. Como incluir um índio num programa de fomento a Cultura? A gestão Gil/Juca buscou caminhos para responder essa questão. Acharam, como resposta, a oralidade aliada a Câmera na Mão. Mas daí, dizer que o “Cultura Viva” é falho, cheio de problemas de fiscalização e prestação de contas, é uma estupidez! Ser contrário a revisão e a busca de novas maneiras de a gestão pública financiar projetos dos de baixo, daqueles que não são das “ONGs profissionais do mal” é querer restringir o Estado.Cine mais Cultura, Biblioteca Cultura, os primeiros debates sobre o papel da cultura no desenvolvimento (diferente dessa bla bla bla da Economia Criativa), muitas coisas. Quando criticar Gil/Juca, levem em consideração esse histórico.</p>
<p>Se há problema de corrupção na Cultura, não é nos pontos de cultura, e sim na ROUANET, fonte de promiscuidade entre empresas e alguns produtores e artistas “estrelas”. Onde você encontra os Sarneys da vida, na Cultura? Nos Pontos de Cultura? Não, na Rouanet.</p>
<p>Porque a dupla focou na POLÍTICA: não foram pro mais fácil ou para a diretriz política hegemônica da Democratização Cultural, próprio da França, melhor exemplo possível. Nascida nos anos 1960 focou no acesso as de obras eruditas e aos templos do saber ou, melhor, legitimadas por um campo erudito. Melhor explicado: basta o cidadão ouvir um concerto pra vida dele mudar. Basta ser um rato de teatro. Mas que ele saiba sua posição na cadeia alimentar: consumidor.</p>
<p>Que fez Gil/Juca? Desenvolveram programas e projetos baseados na CIDADANIA CULTURAL. A cidadania cultural incorpora a Cultura como algo simultaneamente de um campo erudito, como uma dimensão da cidadania, como modo de vida e possibilidade de desenvolvimento simbólico de pessoas e grupos. Não dialogo só com artistas. Foi um ganho tremendo.</p>
<p>Essas concepções de cultura são excludentes? Não, é possível e desejável que não se feche em apenas um. Num país com poucos leitores, é necessários pensar, por exemplo, muito mais do que só abrir bibliotecas. É necessário transformar pessoas em leitores e produtores, são duas questões que só a DEMOCRATIZAÇÃO CULTURAL de Ana não resolve.</p>
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		<title>Um festival para ex-oktoberfesteiros</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 00:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A quarta edição do Festival da Cerveja consolida o evento da nossa cidade como uma alternativa para quem um dia já gostou da Oktoberfest]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2012/03/fotocapa.jpg"><img class="alignright  wp-image-5996" style="margin: 2px;" title="fotocapa" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2012/03/fotocapa-300x142.jpg" alt="" width="270" height="128" /></a>Blumenau parece não aprender a fazer turismo que não esteja relacionado a cerveja, já que a Texfair, como muitos falam, deve ir embora quando o Centro de Eventos de Balneário Camboriú estiver pronto. Mas, ao menos, já conseguiu fazer um evento que se distancia da Oktoberfest. É o Festival da Cerveja.</p>
<p>O produto principal da Oktober ganhou um evento próprio, só que muito mais sofisticado. O potencial turístico das cervejarias artesanais, puxadas pela Eisenbahnn, foi o ponto de partida para a realização de um encontro que reúne amantes da bebida milenar.</p>
<p>Com o festival, Blumenau aprendeu que nem tudo precisa ser &#8220;típico&#8221;. O repertório variado de estilos musicais ao invés do zicke zacke foi a base para se diferenciar da Oktoberfest. Os preços praticados, também. Com R$ 4,75, você toma 400 ml de chope em Outubro e consegue, no máximo, uma dose para experimentação na festa de Março.</p>
<p>O Festival da Cerveja não é uma &#8220;festa&#8221;, tampouco uma balada. As pessoas não se divertem nela? Divertem sim, e muito. Quem viu os dois bares do Empório Vila Germânica à 1h30min de domingo sabe o que eu estou falando. Mas é uma diversão diferente, mais organizada, para quem já cansou do carnaval de outubro, ou simplesmente para quem aprecia uma cerveja diferenciada.</p>
<p>Não teve nada de errado no evento? Teve sim, a praça de alimentação foi novamente insuficiente. E muitos reclamaram da ausência dos restaurantes de outros estados, como ocorrido nas duas edições anteriores. Mas o saldo é extremamente positivo.</p>
<p><object width="600" height="400" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="https://picasaweb.google.com/s/c/bin/slideshow.swf" /><param name="flashvars" value="host=picasaweb.google.com&amp;hl=pt_BR&amp;feat=flashalbum&amp;RGB=0x000000&amp;feed=https%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2Fportalcontroversas%2Falbumid%2F5723987671088210001%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26hl%3Dpt_BR" /><param name="pluginspage" value="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /><embed width="600" height="400" type="application/x-shockwave-flash" src="https://picasaweb.google.com/s/c/bin/slideshow.swf" flashvars="host=picasaweb.google.com&amp;hl=pt_BR&amp;feat=flashalbum&amp;RGB=0x000000&amp;feed=https%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2Fportalcontroversas%2Falbumid%2F5723987671088210001%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26hl%3Dpt_BR" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /></object></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A Cultura, a ministra e o Ecad</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Mar 2012 23:23:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Portal Controversas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Controversas publica entrevista do blog Escrevinhador com o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), responsável pela CPI do Ecad. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Juliana Sada, no blog <strong><a href="http://www.rodrigovianna.com.br/plenos-poderes/ana-de-hollanda-ideias-do-seculo-xix.html#more-12204" target="_blank">Escrevinhador</a></strong><br />
de Rodrigo Vianna </em></p>
<p>Em seu primeiro mandato, o senador mais jovem do Brasil decidiu comprar uma boa briga na área da cultura. Randolfe Rodrigues (PSOL/AP), de 39 anos, foi o responsável pela coleta de assinaturas e pela instalação da CPI que investiga o poderoso e obscuro Ecad, o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, que é responsável por recolher os direitos autorais de músicas e distribuí-los entre os artistas.</p>
<p>Semana passada ele voltou à mídia ao conseguir aprovar na Comissão de Educação e Cultura um convite para que a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, dê esclarecimentos no Senado sobre a relação da pasta com o Ecad. O convite veio em uma semana difícil para a ministra. Artistas, intelectuais e produtores de diversas matizes políticas divulgaram dois manifestos revelando o desconforto e a insatisfação com a atual gestão, e chegando, inclusive, a sugerir um novo nome para o Ministério, caso ela saia.</p>
<p>Desde o início da sua gestão, Ana de Hollanda foi criticada por romper com as gestões anteriores do MinC, de Gilberto Gil e Juca Ferreira, consideradas exemplares e sintonizadas com o movimento de cultura.</p>
<p>Nesta quinta-feira, 22, Ana de Hollanda chegou ao topo dos assuntos mais comentados do Twitter. Talvez  em uma tentativa de melhorar sua imagem, a equipe de comunicação do MinC fez uma série de postagens elogiando a ministra — de maneira um tanto exagerada. Posteriormente apagadas, as postagens diziam que ao invés da rotineira chuva no Pará, o sol brilhava para que a ministra anunciasse novos projetos culturais; outra postagem afirmava “em ritmo de Carimbó, ministra rufa os tambores”; e a frase que a levou ao Trending Topics foi a de uma comerciante do mercado Ver-o-Peso que teria exclamado: “Ana de Hollanda nada. Ana de Belém”.</p>
<div id="attachment_5993" class="wp-caption alignnone" style="width: 590px"><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2012/03/randolfe.jpg"><img class="size-full wp-image-5993 aligncenter" title="PlenÃ¡rio do Senado" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2012/03/randolfe.jpg" alt="" width="580" height="275" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Agência Senado</p></div>
<p>Para Randolfe Rodrigues, que ainda aguarda a resposta da ministra ao convite, Ana de Hollanda estaria melhor em um governo do PSDB ou do DEM: “o programa da Dilma é um programa do século XXI e a ministra defende ideias do século XIX”.</p>
<p>Confiram a seguir a íntegra da entrevista que o senador concedeu ao <strong><em>Escrevinhador</em></strong>.</p>
<p><strong>O senhor convidou a ministra Ana de Hollanda a comparecer ao Senado e dar explicações sobre as relações entre o Ministério da Cultura (MinC) e o Ecad. O que motivou esse convite?</strong><br />
Foi<a href="http://www.farofafa.com.br/2012/03/12/ministerio-do-ecad/3496"> veiculado na imprensa</a> um parecer do Minc favorável ao Ecad, em um procedimento movido pelo Cade <em>[Conselho Administrativo de Defesa Econômica]</em> contra o Ecad. Primeiro é inadequado que uma instância da República, no caso o Minc, se apresse em mover uma ação de apoio a uma entidade de direito privado. Isso acaba revelando que existem relações muito próximas entre eles, isto explicitaria porque a lei de direitos autorais não avançou mais nessa gestão. Primeiramente não é legal que haja esse tipo de relação de qualquer ministério com qualquer entidade de direito privado, e muito menos com uma entidade que está sendo alvo de uma ação.</p>
<p><strong>Que outros elementos levaram o senhor a acreditar que haja essa relação próxima entre MinC e Ecad?</strong><br />
Se a ministra não comparecer aqui eu vou tomar como verdade o parecer emitido pelo departamento de direito autorais do MinC em defesa do Ecad. Se não houver esclarecimento, é porque existe uma relação vinculativa do Minc em favor do Ecad. É ilegal, inadequado e torna a presença da ministra insustentável. Seria a mesma coisa que o Ministério dos Esportes defender a CBF. É algo que não cabe, é uma instituição da República se rebaixando ao papel de advogado de defesa de uma instituição privada.</p>
<p>Eu gostaria que ela viesse aqui e me provasse que estou errado. Lamentavelmente ela vai à Câmara e não responde meu convite.</p>
<p><strong>Saiu na imprensa que ela teria dito aos assessores que não iria ao Senado.</strong><br />
É uma decisão da ministra visto que é um convite. O Senado tem prerrogativa para transformar esse convite em convocação. E pode ser um passo que teremos que dar. É um desrespeito ao Senado, nesse caso. Ela atende ao convite da Câmara e diz que não vem ao Senado.</p>
<p><strong>O trabalho da CPI do Ecad está perto do fim, certo? O senhor pode adiantar o que aparecerá no relatório final?</strong><br />
Não posso falar do relatório, pois a relatoria está com o senador Lindebergh <em>[Farias, PT/RJ]</em>. Nossa última audiência pública é segunda-feira, em São Paulo. Nós vamos ouvir cantores, compositores e artistas. Depois no prazo de duas semanas vem o relatório e então será submetido à votação na Comissão.</p>
<p>Eu posso falar como foi a investigação, que indica que há alguns elementos que não tem como não aparecerem. Não tem como o relatório não apoiar a criação de uma lei contra a sanha arrecadatória do Ecad. Segundo, não tem como não apontar a necessidade de criação de uma instância de fiscalização e regulamentação, para acompanhar os abusos cometidos, como no caso de um casal que tem o casamento interrompido pelos fiscais do Ecad. E terceiro, o relatório deve indiciar o Ecad por formação de cartel. Esses três elementos estiveram presentes durante toda a investigação.</p>
<p><strong>Sobre essa questão do cartel, houve contato com o Cade?</strong><br />
Sim, conversamos com eles. Os elementos do Cade são muito fortes. Acho eu não tem como não constar isso.</p>
<p><strong>O senhor afirmou que se a Ana de Hollanda não aceitar o convite, o senhor tomará como comprovada a proximidade entre o MinC e o Ecad…</strong><br />
Tem um ditado que diz “quem cala, consente”. Veja, alguém é acusado, ele tem o direito do contraditório e recusa? Me parece que é uma confissão de culpa. Claro que aqui não é um tribunal, mas aqui é casa de fiscalização do Executivo. Eu não tenho maioria, mas acho que a Comissão de Educação e Cultura deve tomar isso como um acinte, um desrespeito.</p>
<p><strong>E o senhor disse que se ela não comparecesse, a permanência dela no Ministério seria inviável. Acha que há chance de troca no MinC?</strong><br />
A decisão final é da Dilma, da presidente da República. Em qualquer república democrática onde os poderes do Executivo são mais limitados, ela não teria como se manter no cargo, mas esse não é o nosso caso. A própria ministra não tem identidade programática e política com a presidente Dilma e nem com nenhum governo de esquerda. Ela seria uma ótima ministra para um governo do PSDB, do DEM, liberal…</p>
<p><strong>Mas o senhor acha que haverá essa mudança?</strong><br />
Se a presidente quisesse alguém coerente com o programa dela, deveria mudar. A campanha da Dilma previa a mudança da lei de direito autoral. O movimento de cultura digital apoiou a campanha, foi uma das bases. E a Ana de Hollanda declarou que a internet é contra a cultura nacional. O programa da Dilma é um programa do século XXI e a ministra defende ideias do século XIX. Há um anacronismo entre o programa da Dilma e a gestão da ministra.</p>
<p><strong>Porque a Dilma indicou a Ana de Hollanda, então?</strong><br />
Boa pergunta. Eu não sei se a presidente pesou esses critérios programáticos ou se ela acreditava que podiam ser cumpridos… Visto que a ministra não está cumprindo esse papel, acho que ela deveria ser trocada.</p>
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		<title>AgendaBlu &#8211; ela está de volta</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 23:07:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Portal Controversas</dc:creator>
				<category><![CDATA[AgendaBLU]]></category>
		<category><![CDATA[Arte/Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>

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		<description><![CDATA[A coluna com dicas para o final de semana retorna ao Portal Controversas, com a programação de sexta-feira e sábado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><strong><em>SEXTA-FEIRA</em></strong></h3>
<p>CAPONE BROTHERS &#8211; Show com a banda de blues. No Don Lucchesi Pub &#8211; Rua Almirante Tamandaré, 1220, Vila Nova. Entrada: R$ 20 (R$ revertidos em consumação)</p>
<p>CONFRARIA DO SAMBA &#8211; Show com o grupo de samba de morro, de raiz.  No Butiquin Wollstein &#8211; Rua Marechal Floriano, 89, Centro. Entrada: R$ 15.</p>
<p>ROC&#8217;K N HEAD &#8211; Show com a banda de rock 60/70. No Ahoy Tavern Club &#8211; Rua Paraíba, 66, Victor Konder. Entrada: R$ 8 (antecipado)</p>
<h3><strong><em>SÁBADO</em></strong></h3>
<p>MISTURA FINA &#8211; Show de blues. No Don Lucchesi Pub &#8211; Rua Almirante Tamandaré, 1220, Vila Nova. Entrada: R$ 20 (R$ revertidos em consumação)</p>
<p>MALUNGO &#8211; Banda de Groove black mangue rock beat music. No Butiquin Wollstein &#8211; Rua Marechal Floriano, 89, Centro. Entrada: R$ 15.</p>
<p>STUART &#8211; <strong><em>RECOMENDAÇÃO CONTROVERSA</em></strong>. Banda de punk-brega, alternativo. Formada em Blumenau, a banda tem influências de artistas com Wander Wildner e Jupiter Maçã.  No Ahoy Tavern Club &#8211; Rua Paraíba, 66, Victor Konder. Entrada: R$ 8 (antecipado)</p>
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		<title>A Sommerfest precisa ser típica?</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 16:55:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte/Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
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		<category><![CDATA[Oktoberfest]]></category>
		<category><![CDATA[Sommerfest]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
		<category><![CDATA[Vila Germânica]]></category>

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		<description><![CDATA[A festa do verão blumenauense precisa ser, obrigatoriamente, uma minioktoberfest? Blumenau não sabe fazer um turismo diferente?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5496" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2012/01/sommerfest.jpg"><img class="size-medium wp-image-5496 " style="margin: 2px;" title="sommerfest" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2012/01/sommerfest-300x142.jpg" alt="" width="300" height="142" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Marcelo Martins/PMB</p></div>
<p>Que a Sommerfest é um sucesso, ninguém discute. A festa do verão blumenauense está a cada semana lotando mais o setor 1 do Parque Vila Germânica. Além disso, o espaço externo, junto ao empório, também está movimentado, tornando o espaço ainda melhor.</p>
<p>Por que a Sommerfest deu certo? Por que quase ninguém faz nada em Blumenau nessa época do ano. As festas ainda não voltaram ou estão retornando aos poucos. Quinta-feira, todo mundo está na cidade e com o calor imenso, ir ao Parque Vila Germânica tomar um chope artesanal é sempre uma boa pedida. Cerveja e calor é uma combinação óbvia, mas que poucos na cidade tinham pensando.</p>
<p>A Sommerfest tem um formato de Oktoberfest. Precisa ser assim? Será que se, ao invés de bandas típicas, fossem outros estilos musicais (como no Festival da Cerveja), o público não iria mesmo assim? Será que o espaço externo, junto ao empório, não poderia ser utilizado para outras atrações, não tipicas?</p>
<p>A Sommer cresce por falta de opção em janeiro. A escolha da quinta-feira foi perfeita, porque na sexta, uma boa parte da população viaja para o litoral. O questionamento aqui é com o porre de oktoberfest. Além da festa original de outubro, temos uma versão em janeiro e outros &#8220;esquentas&#8221; ao longo do ano. Fica a pergunta:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>SERÁ QUE BLUMENAU SÓ CONSEGUE ATRAIR TURISTAS COM A OKTOBERFEST?<br />
PERDEMOS A CAPACIDADE DE INOVAR? </strong></p>
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		<title>O que é que a Pomerana tem?</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 02:20:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte/Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[Festa Pomerana]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Vale]]></category>
		<category><![CDATA[Oktoberfest]]></category>
		<category><![CDATA[Pomerode]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>

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		<description><![CDATA[A Festa Pomerana é uma versão menor e mais civilizada da Oktoberfest. Aquilo que a festa de Blumenau se propõe a ser, os nossos vizinhos conseguem]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5387" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2012/01/pomerana.jpg"><img class="size-medium wp-image-5387  " style="margin: 2px;" title="pomerana" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2012/01/pomerana-300x142.jpg" alt="" width="300" height="142" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Tatiana Girardi/Oficina das Palavras</p></div>
<p>A festa típica mais antiga do Vale do Itajaí em atividade já começou. A 29ª Festa Pomerana vai até o próximo domingo, dia 22. Os festejos em Pomerode lembram muito a Oktoberfest. As diferenças são justamente àqueles que muitos blumenauenses gostariam de adotar por aqui.</p>
<p>A Pomerana é, obviamente, bem menor que a Oktoberfest. E um evento menor é muito mais fácil organizar e manter o controle. No primeiro sábado da festa, era possível caminhar tranquilamente no parque onde ocorre o evento. Nem mesmo a chuva atrapalhou.</p>
<p>O público também é melhor. O fato da festa não ter a imagem de um &#8220;carnaval alemão&#8221; espanta aqueles farristas descontrolados que só incomodam. Aqueles farristas que o Parque Vila Germânica sonham em ver longe da Oktoberfest (pois eles só trajem prejuízo), mas até agora não foi possível.</p>
<p>Apenas duas cervejarias artesanais trabalham na festa. A pomerana Schornsetin e a Bierland, da Itoupava Central. Mas elas dão conta do recado.</p>
<p>Quanto à música, foi flagrado sertanejo universitário do pavilhão principal. Até porque são as mesmas bandas que tocam na Oktoberfest. Mas a música típica predominou em toda a festa.</p>
<p>Para quem não for para praia no próximo final de semana, recomenda-se a Festa Pomerana. Uma boa atração em meio ao marasmo no verão do Médio Vale do Itajaí.</p>
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		<title>Procura-se conselheiros de Cultura</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 23:02:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte/Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[conselho]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[fundação cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[Blumenau terá em 2012, um Conselho Municipal de Políticas Culturais com caráter deliberativo. No entanto, ainda temos vagas  para o conselheiros indicados pela sociedade civil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue abaixo, release da Fundação Cultural de Blumenau. Comento abaixo:</p>
<p><em>A Fundação Cultural e o Conselho Municipal de Cultura de Blumenau informam que será no próximo dia 15, a eleição para membros do Conselho Municipal de Políticas Culturais, gestão 2012\2013, nas áreas de Artes Visuais, Dança, Museus e Espaços de Memória, Música, Teatro e Circo. A votação será durante todo o dia, na Fundação Cultural, e só poderão votar os participantes da 6ª. Conferência Municipal de Cultura, realizada no último sábado, 3.</em></p>
<p><em>O presidente do Conselho, Jamil Antônio Dias, explica que a eleição se faz necessária, porque para estas cinco áreas não houve candidatos para preencherem as vagas. Os conferencistas deliberaram promover indicação aberta para a sociedade civil. A candidatura se dará por meio de inscrição dos interessados, via e-mail, encaminhado para acaocultural@fcblu.com.br no período de 7 a 13 deste mês, com o título Candidato a Membro do Conselho de Políticas Culturais.</em></p>
<p><em>São requisitos para os candidatos, atuação na aérea de interesse e apresentação de breve currículo. A eleição será na quinta-feira da próxima semana, 15, das 8 às 16h30, na recepção da Fundação Cultural. Terão direito a voto, os participantes da 6ª Conferência Municipal de Cultura de Blumenau, realizada no Teatro Carlos Gomes. O resultado da eleição será divulgado no site da Fundação, no próximo dia 16.</em></p>
<p><em>Há vagas para:</em><br />
<em> Artes Visuais: titular e suplente</em><br />
<em> Dança: titular e suplente</em><br />
<em> Museus e Espaços de Memória: suplente</em><br />
<em> Música: titular e suplente</em><br />
<em> Teatro e Circo: titular e suplente</em></p>
<p><em>A Conferência Municipal de Cultura de Blumenau realizou, em plenária, a eleição dos membros da sociedade civil para comporem o Conselho Municipal de Políticas Culturais gestão 2012\2013. Foram eleitos os representantes das seguintes áreas:</em></p>
<p><em>Cinema e Vídeo: Titular Jacqueline Bürguer e Suplente Alessandro Mafra</em><br />
<em> Comunicação e Formação em Cultura: Titular Giovanni Ramos e Suplente Thiago Duwe</em><br />
<em> Culturas Populares e Artesanato: Titular Pedro Reis e Suplente Terezinha Manczak</em><br />
<em> Livro e Leitura: Titular Mauro Otto Rakke Galvão e Suplente Marcelo Steil</em><br />
<em> Museus e Espaços de Memória: Titular Raquel da Silva Lindner</em><br />
<em> Patrimônio Material e Imaterial: Titular Helcio Hoffmann e Suplente Rubens Eberlie</em></p>
<p>&#8212;-</p>
<p>Até agora, Blumenau tinha um Conselho Municipal de Cultura, com caráter consultivo. A partir do ano que vem, muda o nome para Políticas Culturais e o caráter será deliberativo, dando mais poderes para a entidade. A mudança virá junto com a aprovação do Sistema Municipal de Cultura, que tramita na Câmara de Vereadores.</p>
<p>O sistema segue um modelo nacional, proposto pelo Ministério da Cultura. Blumenau está sendo obrigada a dar podres deliberativos ao conselho e garantir 2% da arrecadação do IPTU e ISS para a Cultura. São requisitos para ingressar no Sistema Nacional.</p>
<p>O barco da cultura blumenauense afundou nos últimos anos. Mas as novas regras em Brasília podem salvar o Titanic. A Fundação será outra direção a partir de 2013. Blumenau terá outro prefeito a partir de 2013. Não é hora de desistir. É hora de continuar o BOM trabalho feito por lideranças da sociedade civil no meio cultural, que lutaram contra tudo e contra todos para que o Executivo não destruísse tudo.</p>
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		<title>Ahoy de volta! Que venha o Wollstein também</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 01:48:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte/Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Ahoy]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>

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		<description><![CDATA[A principal (ou única) casa de rock está de volta. o Ahoy Tavern Club reabriu as portas nesta quinta-feira. E o Butiquin Wollstein também se prepara para abrigar shows novamente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fim da novela!</p>
<p>O Ahoy Tavern Club está de volta. A casa do rock blumenauense reabriu as portas na quinta-feira, após ficar um mês fechado por causa da denúncia de UM morador, que reclamava do barulho. Os proprietários do bar fizeram os ajustes solicitados pela Faema e a casa está autorizada a receber shows.</p>
<p>O Butiquin Wollstein, outro bar da cidade, que recebe rock, blues, jazz e MPB, inaugurou uma nova &#8220;ala&#8221; nesta semana. A casa, que também foi proibida de receber shows por causa de vizinhos, está correndo atrás para realizar shows ao vivo novamente.</p>
<p>O Portal Controversas deseja boa sorte aos dois empreendimentos. Fazemos questão de divulgar os shows do Ahoy e do Butiquin, quando voltar  ocorrer.</p>
<p>SEXTA-FEIRA<br />
The Zordem &#8211; uma das bandas de rock ad roll mais tradicionais de Blumenau volta ao Ahoy. Entrada: R$ 10 (na hora) e R$ 8 (antecipado na Palladium ou Be Bop Discos)</p>
<p>DOMINGO<br />
Holger &#8211; banda de indierock de São Paulo.  Entrada: R$ 10 (na hora) e R$ 8 (antecipado na Palladium ou Be Bop Discos)</p>
<p>&#8212;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ps. O Ahoy Tavern Club não é anunciante do Portal Controversas. O banner encontrado na página inicial do site é DIVULGAÇÃO mesmo, APOIO!</p>
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