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	<title>Portal Controversas &#187; Economia</title>
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	<description>Blumenau por outro ângulo</description>
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		<title>O líder na geração de empregos</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 00:57:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Portal Controversas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[_principalc]]></category>

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		<description><![CDATA[Maior parte das vagas de emprego abertas em Blumenau possui um salário médio de R$ 800. Leia o artigo da jornalista Magali Moser]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>POR MAGALI MOSER</em></strong><br />
<em>jornalista </em></p>
<p>Conhecida como polo de desenvolvimento regional, Blumenau ostenta o título de cidade líder na geração de empregos em Santa Catarina. Ocupa a 13° posição no ranking nacional. Os números propagados com ênfase pela prefeitura colocam o município como recorde na criação de vagas de emprego formal do Estado, com base nos dados do primeiro trimestre do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Mas as estatísticas oficiais escondem uma realidade que pede reflexão: a média do salário do trabalhador hoje em Blumenau é pouco mais que dois salários mínimos (R$ 1.429,02). Dos 128 mil trabalhadores formais do município, 92.691 (71,92%) deles recebiam até 3 salários mínimos em 2010. A grande massa dos trabalhadores ainda é mal remunerada: a maior concentração de trabalhadores está na faixa de 1,51 a 2 salários mínimos (25,90%).</p>
<p>A geração de empregos na cidade está distribuída por diferentes setores da economia, da indústria de transformação (têxtil, vestuário, metalmecânico, etc), à administração pública e servicos (educação, transporte, alimentação). Mas a constatação dos baixos salários ganha peso quando pende para a avaliação das vagas geradas.</p>
<p>De janeiro a marco deste ano, o cargo que registrou a maior quantidade de vagas abertas no SINE de Blumenau foi o de auxiliar de produção, com um salário médio de R$ 800. Em abril, a maior parte das vagas foi para a construção civil, incluindo cargos como carpinteiro, pedreiro e servente, com salário médio de R$ 1.200. A remuneração passa longe dos R$ 2,3 mil considerados como salário mínimo necessário pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).</p>
<p>- Isso é uma dinâmica do próprio capitalismo. Infelizmente, no Brasil, ainda como país terceiro mundista, a massa salarial da população ainda é baixa. Blumenau não foge à regra. A melhoria da qualidade das condições de trabalho e de salário é resultado de uma luta social e cotidiana – analisa o professor e chefe do Departamento de  Economia da Furb, Sidney Silva.</p>
<p>Para o professor, o quadro segue a chamada lógica de mercado dentro da sociedade capitalista: as negociações salariais são feitas diretamente entre as classes trabalhadora e patronal. O Estado se omite, sua única função é regular o salário mínimo. No geral, os salários são definidos a partir da oferta e da procura.</p>
<p>O diretor de Desenvolvimento Econômico da prefeitura, Sylvio Zimmermann, atribui a alta geração de empregos na cidade à crença do trabalho estar no “DNA de Blumenau”, fortalecendo a ideia de que o crescimento econômico está ligado a fatores culturais quase intrínsecos ao povo daqui:</p>
<p>- Temos um pano de fundo sócio cultural que ajuda a fomentar o índice de geração de empregos assim como os elevados índices de empregos formais – analisa.</p>
<p>A responsável pelo SINE em Blumenau, Sandra Regina Alves da Silva Schatz, lembra que a maioria das vagas geradas são de reposição e apenas 30% de ampliação do quadro. Em média, o SINE tem 130 vagas ativas disponíveis por dia, principalmente na área do comércio e auxiliar de produção.</p>
<p>- A maior parte das vagas nao exige tanta qualificação. É a chamada “vontade de trabalhar” o que conta. Mas no processo final, os empregadores buscam os mais qualificados – lembra Sandra.</p>
<p>Mas o aspecto mais triste deste “boom” de empregabilidade são as condições de trabalho. Boa parte dos trabalhadores é obrigada a trabalhar em horários de escala, com isto não se respeitam mais finais de semana, feriados, horários de trabalho, etc. Conseguem passar apenas um final de semana por mês com a família.</p>
<p>Os desajustes familiares e sociais são evidentes. O crescimento dos empregos por aumento da jornada de trabalho (finais de semana, feriados) é pago com a perda de afeto e convívio no ambiente familiar (muitos acham que não precisam mais amigos e familiares “presenciais”, porque têm muito mais amigos virtuais nas redes sociais).</p>
<p>As estatísticas referentes à geração de empregos atraem e explicam facilmente o visível fluxo migratório para a cidade. O crescimento nos empregos também está relacionado com a catástrofe de 2008, porque foram liberados milhões do FGTS e foram feitos vários investimentos públicos e privados em obras de recuperação. Tudo isto causou um efeito multiplicador na renda expandindo as atividades econômicas na região.</p>
<p>Os números de geração de empregos na cidade escondem ainda facetas pouco discutidas: as condições de trabalho e a saúde dos trabalhadores. Pesquisa coordenada pela professora Elsa Bevian a fim de criar um banco de dados em saúde do trabalhador em Blumenau aponta que entre 2005 e 2010 foram registrados pelo CEREST 31.682 atendimentos cadastrados como acidentes de trabalho. Do total, 54% dos acidentes registrados acontecem nos dois primeiros anos de contrato de trabalho e 16% nos tres primeiros meses de contrato. Dados recolhidos no INSS no mesmo período revelam que, em média, 10% dos trabalhadores com emprego formal, sao afastados todos os anos devido aos acidentes de trabalho.</p>
<p>A constatação pede uma reflexão sobre os empregos gerados e a mudança de postura para a cidade ser referência na qualidade de vida, como diz a propaganda da prefeitura, que divulga a cidade como a melhor para se viver em Santa Catarina.</p>
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		<title>Shopping Park Europeu, o Norte e os acessos</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 22:45:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[Shopping Park Europeu]]></category>
		<category><![CDATA[via expressa]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiros comentários sobre o novo empreendimento na Itoupava Norte, o desenvolvimento na margem esquerda do Rio Itajaí-Açu e os acessos ao Park Europeu]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5213" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/12/shopping-park-europeu1.jpg"><img class="size-medium wp-image-5213 " style="margin: 2px;" title="shopping park europeu1" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/12/shopping-park-europeu1-300x125.jpg" alt="" width="300" height="125" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Ricardo Silva/Photuspress</p></div>
<p>O novo shopping de Blumenau abriu as portas, o que é muito diferente de estar pronto. O Park Europeu, construido nas margens da Via Expressa no bairro Itoupava Norte. Abaixo, as primeiras considerações controversas.</p>
<p>- A arquitetura do Park Europeu humilha os concorrentes. Quando estiver pronto de verdade e com bastante lojas, chamará a atenção pelo visual.</p>
<p>- A parte mais interessante ainda não ficou pronta. É o deck da praça de alimentação. O problema é que o rolo com as casas ao lado do shopping não foi resolvido. Se terminarem o espaço, a visão não será boa.</p>
<p>- Bistek, Havan e Cassol garantem público. O problema é que as três âncoras estão no primeiro piso. No segundo, não há nenhuma âncora aberta. Corre o risco de ficar vazio&#8230;</p>
<p>- Como é que o Arcoplex Cinemas não ficou pronto? Eles não foram um dos primeiros a fechar com o empreendimento?</p>
<p>- Falta uma livraria. O projeto do shopping inclui este comércio, mas não fecharam com nenhuma empresa, ainda. Blumenau precisa de concorrência para a Livraria Catarinense (que admitimos, faz um bom trabalho).</p>
<p>- Park Europeu e Blumena Norte. Duas grandes obras da iniciativa privada na região Norte de Blumenau. Os bairros estão crescendo e os problemas viários e de infraestrutura estão aparecendo. Ponte do Bandenfurt e Viaduto da Via Expressa já deveriam estar prontos. Outros problemas estão surgindo&#8230;</p>
<p>- Os acessos ao Park Europeu estão muito ruim. E quando todas as obras em andamento estiverem concluídas, também será insuficiente. É preciso mais!</p>
<p>- As duas marginais precisam ser estendidas, da Fortaleza a Ponte Tamarindo. A marginal do lado do Shopping é mais fácil. É um trecho pequeno, entre o túnel e o Fort Atacadista que precisa ser resolvido. Do outro lado, o trecho é maior.</p>
<p>- Enquanto as obras não ficam pronta, os motoristas terão que ter paciência no trevo de acesso ao bairro Fortaleza, que não é muito bom.</p>
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		<title>Festival da Cerveja &#8211; precisamos de mais ideias assim</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Nov 2011 19:31:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[Festival da Cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[Oktoberfest]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>

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		<description><![CDATA[O bom público no último sábado mostrou como vale a pena investir em ideias como o Festival da Cerveja. Chega de Oktober fora de época, vamos inovar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5079" class="wp-caption alignnone" style="width: 591px"><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/11/2011.jpg"><img class="size-full wp-image-5079 aligncenter" title="2011" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/11/2011.jpg" alt="" width="581" height="243" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Giovanni Ramos/PC</p></div>
<p>A foto acima poderia ser muito bem de uma Sommerbierfest de janeiro, ou então um dia de semana na Oktoberfest. Mas é do Festival da Cerveja, um evento muito bem sucedido que vem para dizer CHEGA DE OKTOBERFEST.</p>
<p>O Empório e o Parque Vila Germânica tiveram a prova nesses três dias que Blumenau pode explorar o turismo de cerveja sem inventar Oktoberfests fora de época. A receita foi simples: exposição de marcas (de todos os cantos), palestras e música de alto nível em vários estilos: rock clássico, jazz e samba. Nada de chucrute music ou as porcarias de tocam nas baladas da cidade.</p>
<p>O resultado foi um público diferente na Vila Germânica. Interessado em conhecer a cerveja, em apreciar uma boa música. Nada de porres e farras. Nada de brigas e nenhum sinal de confusão nos arredores.</p>
<p>Somos contra a Oktoberfest? Não. Mas entendemos que ela deva ocorrer SOMENTE em outubro. Mas mesmo, para preservar a festa. E o Festival mostra que outras ideias são possíveis.</p>
<p>A próxima edição do festival será em março, para ser o primeiro evento cervejeiro do Brasil no calendário. E aqui, deixamos uma sugestão para a direção do Parque Vila Germânica: que tal tirar o carater de &#8220;minioktober&#8221; da Sommerfest? As festas de janeiro precisam ser ao embalo de música alemã, traje típico? Não é possível agregar outras atrações ao evento de verão?</p>
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		<title>Festival da Cerveja &#8211; um evento para dar certo</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 01:36:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Oktoberfest]]></category>

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		<description><![CDATA[Blumenau vai sediar nesta semana, mais Festival da Cerveja, um evento que possui total apoio do Portal Controversas, principalmente por se diferenciar da Oktoberfest]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5029" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/11/cerveja.jpg"><img class="size-medium wp-image-5029" style="margin: 2px;" title="cerveja" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/11/cerveja-300x125.jpg" alt="" width="300" height="125" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Giovanni Ramos/PC</p></div>
<p>O Parque e o Empório Vila Germânica promovem de quinta (17) a sábado (19), a terceira edição do Festival da Cerveja (as duas primeiras ocorreram em 2005 e 2010), um evento que tem tudo para dar certo.</p>
<p>Tem tudo para dar certo porque aposta numa economia crescente no Vale, que é a produção de cerveja artesanal. As marcas locais, puxadas pelo sucesso da Eisenbahn, estão tornando a região uma referência nacional no produto. Uma referência que ajuda o turismo (tanto que a Rota das Cervejarias já foi criada).</p>
<p>A edição feita no ano passado foi destacada no Portal Controversas. O evento se distanciou da Oktoberfest ao não trabalhar a chamada &#8220;cultura típica alemã&#8221;. Eram músicas diferenciadas (samba e rock), palestras e outras atrações que tornaram o evento civilizado.</p>
<p>O Festival da Cerveja não é uma festa, e sim um evento para difundir uma economia da cidade. Obviamente que atrai principalmente os apreciadores da boa cerveja (e não os farristas que bebem qualquer coisa).</p>
<p>Vida longa ao Festival. O Controversas estará presente e fará cobertura do evento.</p>
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		<title>Pelo fim do golpe no seguro-desemprego</title>
		<link>http://controversas.com/economia/pelo-fim-do-golpe-no-seguro-desemprego/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 03:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[mais emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[seguro-desemprego]]></category>

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		<description><![CDATA[Ministério do Trabalho vai, enfim, aplicar a lei como ela é. Quem recebe o seguro-desemprego tem que correr atrás das oportunidades, ou então perde o benefício]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segue abaixo, a matéria publicada na edição deste sábado no<a href="http://www.adjorisc.com.br/jornais/jornalmetas/impressa/economia/mais-empregos-e-menos-fraudes-1.818436" target="_blank"> Jornal Metas</a>, do município de Gaspar. O programa é valido em todo o país:</em></p>
<p>&#8212;-</p>
<p><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/08/onde-fazer-carteira-de-trabalho-Cópia.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4511" style="margin: 2px;" title="onde-fazer-carteira-de-trabalho - Cópia" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/08/onde-fazer-carteira-de-trabalho-Cópia-300x125.jpg" alt="" width="300" height="125" /></a>Facilitar a vida dos cidadãos desempregados que desejam trabalham e dificultar a vida daqueles que querem usar o seguro-desemprego de forma irregular. Esses são alguns dos objetivos do programa Mais Emprego, desenvolvido pelo Ministério do Trabalho, que entrou nesta quinta-feira (25) em funcionamento na cidade de Gaspar.</p>
<p>O Mais Emprego criou um banco de dados na internet, unindo as oportunidades de emprego que são ofertadas nos Sines (Sistema Nacional do Emprego) de todos os municípios brasileiros com os cidadãos cadastrados no segundo-desemprego. Com isto, quando o desempregado que for requisitar o benefício, o responsável local do Sine consultará o sistema para saber se não há nenhuma vaga disponível e compatível.</p>
<p>Se tiver uma vaga compatível com salário igual ou superior ao que ele recebia antes, o desempregado será obrigado a se inscrever na oportunidade. Caso contrário, o benefício será cancelado. Se ele participar e a empresa contratar outra pessoa no processo de seleção, o seguro será liberado normalmente.</p>
<p>O gerente do Sine de Gaspar, André Luís da Conceição, explica que, para receber o benefício sem se inscrever na vaga, o desempregado terá que justificar. “Se for por motivo de saúde, ele terá 48 horas para entregar o atestado médico. Se não, o seguro é cortado no sistema. Se o motivo for a mudança para outra cidade, nós procuramos uma vaga no município onde ele for morar”, comenta.</p>
<p>Monitoramento<br />
Quando uma empresa for anunciar uma vaga no Sine, o responsável local fará uma consulta no cadastro de usuários que se encaixam no perfil desejado. As pessoas que estiverem no seguro-desemprego aparecerão em destaque no programa e serão convocados para tentar a vaga.</p>
<p>“É o mesmo esquema da solicitação inicial. Se tem vaga para a profissão dele, com um salário igual ou maior que o anterior, ele tem que tentar. Se não, perde o benefício”, explica Conceição.</p>
<p>O gerente conta que o objetivo maior do programa é aumentar a empregabilidade no país, e fazer com que as pessoas dependam menos do seguro-desemprego.<br />
“Trata-se de um benefício que nenhum trabalhador deveria gostar de usar. Quem está desempregado querendo trabalhar só tem a ganhar com o novo sistema, que vai facilitar a pesquisa de vagas”, argumenta Conceição.</p>
<p>No portal Mais Empregos do Ministério do Trabalho, os trabalhadores poderão acessar as vagas disponíveis em todo o país e fazer a inscrição. O endereço da página é <a href="http://maisemprego.mte.gov.br/" target="_blank">http://maisemprego.mte.gov.br.</a></p>
<p><em><strong>Irregularidades chegam a 50%</strong></em><br />
A preocupação do programa Mais Emprego com as fraudes no seguro-desemprego são explicadas em números. Só em Gaspar, estima-se que 50% dos segurados possuem algum tipo de irregularidade. O caso mais é comum é do trabalhador que começa um emprego sem registro na carteira de trabalho, para continuar recebendo o benefício.</p>
<p>“Uma vez, fui a uma loja da cidade e fui atendido por uma pessoa que, duas horas depois, estava no Sine solicitando seguro-desemprego. Infelizmente existem aqueles que querem tirar proveito, acham que vão ganhar mais fazendo o golpe. Só esquecem que sem carteira assinada eles não têm aposentadoria, férias, 13º salário, entre outros benefícios”, comenta Conceição.</p>
<p>A lei que estabeleceu o seguro é de 1990 e já especificava que o benefício é destinado aqueles que estão sem emprego e não conseguem encontrar trabalho. “A lei nunca foi aplicada. Com o novo programa, acreditamos que as fraudes serão reduzidas”, afirma.<br />
Fraudar o seguro-desemprego é crime e o cidadão, além de perder o benefício, é obrigado a devolver todas as parcelas recebidas com juros e correção monetária. Se uma empresa participar da fraude (contratando sem carteira) leva uma multa de R$ 20 mil.</p>
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		</item>
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		<title>Não quero-quero aeroporto em Blumenau</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 03:47:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aeroporto]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[quero-quero]]></category>

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		<description><![CDATA[A rodoviária de Blumenau está abandonada e já até pensaram em privatizar. Enquanto isso, eles pensam em recuperar com dinheiro público, o aeroporto de Blumenau, um elefante branco que nunca dará certo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu no blog do <strong><a href="http://wp.clicrbs.com.br/pancho/2011/08/21/estado-avalia-ajuda-ao-quero-quero/?topo=52,2,18,,159,e159" target="_blank">Pancho</a></strong>, colunista de economia do Santa:</p>
<blockquote><p><em>Engenheiros da Secretaria de <strong>Estado </strong>da Infraestrutura fazem um <strong>levantamento </strong>da atual situação do <strong>Aeroporto Quero-Quero</strong>, em Blumenau. O objetivo é verificar como o <strong>governo </strong>do Estado pode <strong>ajudar </strong>nas <strong>melhorias </strong>da estrutura.</em><br />
<em>O secretário <strong>Valdir Cobalchini </strong>diz que o relatório dos engenheiros deve estar concluído em <strong>setembro</strong>:</em><br />
<em>— O aeroporto tem inúmeras<strong>limitações</strong>, mas vamos ajudar no que for <strong>tecnicamente </strong>possível. </em></p></blockquote>
<p>De novo, não! De novo, não!</p>
<p>A rodoviária de Blumenau está abandonada. Suja, escura, perigosa a ponto de a Caixa Econômica Federal não querer deixar mais um caixa eletrônico por lá, após um roubo. E a Prefeitura chegou a pensar em privatizar o espaço, que é público e essencial para a cidade.</p>
<p>O aeroporto de Blumenau não serve para nada. Pequeno demais, fora de uso há um bom tempo e  fica no centro de um bairro que consta no Plano Diretor como área para desenvolvimento urbano. Mesmo assim, há gente na cidade interessada em levar aquilo adiante.</p>
<p>Como a Prefeitura (corretamente) não parece interessada em investir dinheiro público naquilo, foram atrás do governo estadual. Vale lembrar que o Seterb é quem gasta anualmente para manter &#8220;aquilo&#8221; sem uso.</p>
<p>O Portal Controversas tem uma sugestão: PRIVATIZEM LOGO ESSE AEROPORTO. O mais prudente seria vender o terreno para outra finalidade, mas se os empresários querem tanto, que comprem o espaço.</p>
<p>Está na hora de Blumenau acabar com essa social democracia inversa, que planeja privatizar o essencial (rodoviária, esgoto) e manter o supérfluo (centro de eventos, aeroporto) nas mãos do poder público.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 612px"><img class="  aligncenter" src="https://lh3.googleusercontent.com/-NujLE0L2TNI/TlHCY2v-njI/AAAAAAAAAbk/739NI4z5lCE/P1020211.JPG" alt="" width="602" height="252" /><p class="wp-caption-text">Rodoviária está abandonada. Foto: Giovanni Ramos/PC</p></div>
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		<title>Muito além da gasolina</title>
		<link>http://controversas.com/economia/muito-alem-da-gasolina/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 May 2011 02:51:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Roberto - paulo@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Roberto]]></category>
		<category><![CDATA[#namesmamoeda]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[gasolina]]></category>

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		<description><![CDATA[O protesto #NaMesmaMoeda, ocorrdo no sábado (7) em Blumenau, não se resume a uma mera movimentação pelo valor cobrado pela gasolina na cidade. O buraco é mais embaixo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O protesto #NaMesmaMoeda que &#8211; literalmente &#8211; parou as principais ruas do centro de Blumenau neste sábado, 07, não se resume a uma mera movimentação pelo valor cobrado pela gasolina na cidade. Só isso, reconhecidamente, seria um motivo muito justo. Mas, o buraco é mais embaixo.</p>
<div id="attachment_3818" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/05/foto.jpg"><img class="size-medium wp-image-3818" title="foto" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/05/foto-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">#NaMesmaMoeda começou no Posto Hass, em frente à Prefeitura</p></div>
<p>A iniciativa, de alguns jovens indignados, conseguiu &#8211; além de parar a cidade &#8211; apoio praticamente unânime na cidade. Não me recordo de alguma outra manifestação que tenha recebido tão poucas críticas, até mesmo da famosa turminha do &#8220;deixa como está&#8221;, que adora criticar tudo por aqui. O motivo pode ser uma das características do protesto: o apartidarismo político.</p>
<p>Passei boa parte do fim de tarde e começo da noite acompanhando as lideranças do protesto. Não vi nenhuma manifestação que pudesse ter algum vínculo ou propaganda de partido político. Tá, vi dois perdidos com camiseta ou adesivo do &#8220;Xô, CPMF&#8221;, mas nem conta. Provavelmente esses já foram &#8220;cansados&#8221; também. Ah, não, em Blumenau, só houve UM cansado, tem até vídeo do perdido solitário no YouTube, é só procurar. Alguns distribuíam adesivos contra a Petrobrás, também. Bom, cada um acredita no spam que prefere&#8230;</p>
<p>Minha principal reflexão sobre o movimento de hoje não foi só quanto ao partidarismo &#8211; no caso, a falta dele &#8211; mas, em como é possível extender este protesto a todo um sistema. É público, sabido e notório que existe um cartel na venda de combustíveis em nossa cidade. Cartel que já vendia a gasolina a preços cerca de 50 centavos acima dos praticados na capital, Florianópolis, por exemplo, há no mínimo um ou dois anos. E que, com a gasolina mais alta em todo o país, superaram os 3 reais.</p>
<p>Este cartel é forjado justamente na pífia &#8211; porém amplamente divulgada &#8211; idéia neo-liberal de &#8220;lei de mercado&#8221;. É a tal da lei de mercado, que serviria para alimentar a concorrência, quem proporciona a formação deste cartel: o mercado, que deveria &#8220;auto-regular-se&#8221;, se regula mesmo nas reuniões entre donos de postos de combustível, nas quais é decidido o preço que será aplicado em toda a cidade. E o consumidor? Pois, ele se &lt;&lt;encaixe aqui o seu palavrão favorito&gt;&gt;.</p>
<p>O <em>piti</em> neurótico da senhora (gerente ou proprietária) do Posto Hass, presenciado por quem estava no local perto das 18h é um claro exemplo de quem só quer colher os louros, contudo, sem plantá-los. Não imagino que ela tenha feito a mesma cara, e pedido a mesma misericórdia quando combinou o preço do combustível com praticamente todos os outros postos da cidade. Muito menos quando recebe o seu, o meu, o nosso dinheiro, sabedora que é de que o preço não seria este, não fosse a ação do cartel.</p>
<p>Deixo os meus parabéns para todos que participaram do protesto. Alguns fizeram mais barulho do que o necessário, alguns tentaram aparecer, mas todos fizeram, do seu modo, a sua parte. Que a idéia não se apague amanhã ou semana que vem. Não a idéia de abastecer R$ 0,50, nem a idéia de incomodar os donos de postos da região. Mas, a idéia de que política se faz na rua. E isso não quer dizer botar adesivos no peito para defender o emprego de parentes em alguma esfera de governo.</p>
<p>Política se faz na rua é gritando, fazendo cartazes, sabendo se organizar, se juntar, &#8220;perder&#8221; o seu sábado, o seu tempo, para um bem maior. As conquistas do povo nunca foram dadas de presente. E nunca serão. O protesto de hoje mostra que a população blumenauense pode, sim, reclamar sem bandeira política patrocinando. Pode, sabe e, principalmente, deve fazê-lo.</p>
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		<title>Protesto contra o preço da gasolina: funciona?</title>
		<link>http://controversas.com/economia/protesto-contra-o-preco-da-gasolina-funciona/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 02:48:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#namesmamoedablumenau]]></category>
		<category><![CDATA[gasolina]]></category>
		<category><![CDATA[protestos]]></category>

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		<description><![CDATA[A campanha Na Mesma Moeda, contra a alta do preço da gasolina, é interessante por ser uma iniciativa popular. Mas só dará certo se ocorrer todos os dias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue abaixo, o texto oficial da campanha <strong><a href="https://www.facebook.com/event.php?eid=198128043558146" target="_blank">Na Mesma Moeda Blumenau</a></strong>, um protesto contra  alta do preço da gasolina. Comento abaixo:</p>
<p>&#8212;-</p>
<p><em>E aí??? Você é mais um cidadão indignado com essa palhaçada que virou os preços dos combustíveis?</em></p>
<p><em>R$ 2,99 O LITRO DA GASOLINA É UM ABSURDO!!!</em></p>
<p><em>Então vamos nos unir e mostrar para esses oportunistas que quem manda nessa palhaçada, somos nós consumidores.</em></p>
<p><em>A ideia é ir aos postos e abastecer R$ 0,50 (cinquenta centavos) e pedir a nota fiscal. O valor pago pelo posto pela nota fiscal é maior do que os 50 centavos abastecidos, gerando então um prejuízo para o posto, além de travar o funcionamento normal do estabelecimento.</em></p>
<p><em>CHEGA DE EXPLORAÇÃO, VAMOS PAGAR NA MESMA MOEDA!</em></p>
<p><em>Chame todos que estão se sentindo lesados (ou seja, todo mundo), e faça parte desse protesto.</em></p>
<p><em>Vamos nos reunir, dia 14/05 às 17hrs, em frente a Vila Germanica (Proeb), de lá partiremos para os postos determinados. (Chegue e ligue seu pisca-alerta)</em></p>
<p><em>Leve apitos, nariz de palhaço, faixas e tudo mais que a criatividade e sua indignação mandar. E NÃO ESQUEÇA LEVE NOTAS DE R$50,00 OU R$100,00 PARA ABASTECER SEU CARRO, OU CARTÃO DE CREDITO.</em></p>
<p><em>Use a tag #namesmamoedablumenau no TWITTER para confirmar sua presença no proteste já de Blumenau.</em><br />
<em>Qualquer dúvida entre em contato pelo e-mail protestoblumenau@gmail.comMas péra lá! Se você acha que isso é só mais protestozinho que não vai dar em nada, continue aí em frente o computador “xingando muito no twitter” enquanto as raposas fazem a festa com o dinheiro que sai do seu bolso.</em></p>
<p>&#8212;-</p>
<p>A ideia do protesto é boa? SIM. A estratégia de abastecer R$ 0,50 para dar prejuízo ao dono do posto é inteligente? COM CERTEZA. O povo tem que parar de &#8220;xingar muito no twitter&#8221; e tomar uma atitude? OBVIAMENTE. O protesto vai dar certo? Eis a minha dúvida.</p>
<p>O PORTAL CONTROVERSAS apoia o protesto. Mas uma ação dessas só dará certo se tiver continuidade. Fazer isso em um único dia não dará prejuízo a ninguém. Tem que ocorrer mais vezes, com outras ações.</p>
<p>Que os participantes deste protesto continuem a ideia. É na pressão, na insistência que o povo pode conseguir alguma coisa!</p>
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		<title>A Rua XV é de todos e não de alguns</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 02:33:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[comerciantes]]></category>
		<category><![CDATA[Rua XV]]></category>
		<category><![CDATA[Stammtisch]]></category>

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		<description><![CDATA[O Portal Controversas é contra a mudança da data do stammtisch para os domingos. E não entende como o comércio da Rua XV de Novembro se acha dono da via.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3749" class="wp-caption alignright" style="width: 280px"><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/05/stammtisch.jpg"><img class="size-full wp-image-3749" style="margin: 2px;" title="stammtisch" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/05/stammtisch.jpg" alt="" width="270" height="173" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Giovanni Ramos/PC</p></div>
<p>A última edição do Stammtisch foi um sucesso. Para muitos, a melhor que já teve na história. Talvez por isso, alguns comerciantes da Rua XV de Novembro esperaram alguns dias para começar a tradicional choradeira contra o evento.</p>
<p>Os argumentos utilizados pelos &#8220;anti-stammtisch&#8221; são ridículos. Dizem que o evento prejudica as vendas no comércio. Engraçado, pois são os mesmos comerciantes que fecham as lojas nos sábados após o almoço e que simplesmente ignoram os domingos.</p>
<p>O Stammtisch acontece UM SÁBADO POR ANO. Há outros 51 disponíveis para esses comerciantes e outros 52 domingos não aproveitados. Qual o problema de fechar a rua durante um sábado? Será que é impossível conciliar o comércio com a festa?</p>
<p>Mas a Rua XV possui um histórico de pessoas &#8220;contra tudo&#8221;. Em 1999, haviam alguns contrários a reurbanização da via, uma obra que revitalizou a rua, que havia perdido espaço desde a abertura do Shopping Neumarkt. Em 2008, houveram comerciantes favoráveis a tirar o DESFILE DA OKTOBERFEST. Queriam levar para a Rua Alberto Stein&#8230;</p>
<p>Nem mesmo o super sábado, criado pelos comerciantes, ficou livre dos chatos. A próxima edição do evento não vai mais fechar a Rua XV para o trânsito. Para alguns lojistas, a rua pertence a eles e a população deve usar a via apenas para entrar nas lojas, gastar dinheiro e sair rapidinho dela, para não incomodar&#8230;</p>
<p>A Rua XV é pública e mesmo com chororô, o Stammtisch deve permanecer como está. Uma vez por ano, em um sábado.</p>
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		<title>Blumenotas #11</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 23:17:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blumenotas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[câmara de vereadores]]></category>
		<category><![CDATA[cinema em blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[desabrigados]]></category>
		<category><![CDATA[governo jpk]]></category>
		<category><![CDATA[shoppings]]></category>

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		<description><![CDATA[O Portal Controversas repercute as denúncias feitas pelo Centro de Defesa dos Direitos Humanos na Câmara de Vereadores. A coluna de notas traz ainda, notas sobre shoping centers, cinemas e choperias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/03/camarablu.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3538" style="margin: 2px;" title="camarablu" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/03/camarablu-300x125.jpg" alt="" width="300" height="125" /></a>EXCLUÍDOS<br />
Um representante do Centro de Defesa dos Direitos Humanos dos Sindicatos de Trabalhadores da região, Tarcisio dos Santos esteve quinta-feira na Câmara de Vereadores para denunciar o que o Portal Controversas já havia comentado. Mais de duas mil famílias afetadas pela catástrofe de 2008 não estão sendo atendidas pela Prefeitura. Isso porque o programa federal Minha Casa, Minha Vida é para famílias com renda máxima de R$ 1.395.</p>
<p>EXCLUÍDOS (2)<br />
Segundo Tarcísio, há casos de pessoas praticando falsidade ideológica para poder ter acesso aos apartamentos. Imagine você, leitor do Controversas, uma família composta por cinco pessoas, sendo três crianças, com renda de R$ 1,5 mil. Eles são atingidos pelas chuvas e não recebem a assistência do poder público. Complicado, não?</p>
<p>EXCLUÍDOS (3)<br />
Segundo o site Análise em Foco, o prefeito de Blumenau respondeu as acusações de Tarcísio dizendo que &#8220;famílias com renda mais alta a Caixa tem outros programas que podem se adequar bem ao seu orçamento&#8221;. FALA SÉRIO PREFEITO! Uma familia de cinco pessoas com renda mensal de R$ 1,5mil possui condições de um financiamento comum da Caixa?</p>
<p>EXCLUÍDOS (4)<br />
O Portal Controversas apurou que há famílias em Blumenau nas condições citadas no exemplo anterior. É uma obrigação da Prefeitura atender essas pessoas, pois trata-se de um direito constitucional.</p>
<p>CINEMAS<br />
Blumenau terá dois shoppings a partir do final de abril, mas apenas uma empresa de cinema. As salas do Cinépolis, no Blumenau Norte Shopping, não estarão prontas na abertura do empreendimento, dia 29 de abril. Na mesma semana, o GNC reabre suas portas.</p>
<p>CHOPE<br />
As cervejarias do Vale do Itajaí avançam na região e vão indavir os shopping centers. A Eisenbahn vai abrir uma choperia no Blumenau Norte Shopping, enquanto a Das Bier, do Belchior, terá seu espaço no Shopping Park Europeu. O Neumart possui apenas o Bar da Brahma, mas há como consumir as artesanais em restaurantes na praça de alimentação.</p>
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