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	<title>Portal Controversas &#187; Especiais</title>
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	<description>Blumenau vista por outro ângulo</description>
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		<title>De quem é a responsabilidade?</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 01:18:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tarciso Souza - tarciso@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Digital Política]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Tragédia 2008]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Reconstrução]]></category>

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		<description><![CDATA[As obras que você faz dentro de sua casa são responsabilidades do vizinho? E a superlotação da E.E.B Carlos Techentin, quem é o culpado?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4893" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/10/carlos_techentin.jpg"><img class="size-medium wp-image-4893 " src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/10/carlos_techentin-300x125.jpg" alt="" width="300" height="125" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: eebcarlostechentin.blogspot.com</p></div>
<p>Imagine você planejando a chegada de um novo filho&#8230; então a mulher descobre que a cegonha está trazendo quadrigêmeos. É evidente que terá que ampliar a casa, a mobilha, enfim, organizar o seu lar. Com ou sem dinheiro, não há espaço para culpar terceiros, ou esperar que outros façam o que é sua obrigação: garantir o mínimo de conforto, segurança e atendimento as necessidades dos novos inquilinos – seus filhos.</p>
<p>Outro exemplo, não muito diferente, é o caso de uma obra na sua residência. Por mais que você contrate um fiscal, um engenheiro, enfim, alguém exclusivo para acompanhar o andamento dos trabalhos, é responsabilidade do proprietário a tomada de decisões, o ritmo que elas ocorrem, e os rumos da obra.</p>
<p>No serviço público a situação é a mesma. Pouco importa se o recurso é federal ou estadual, se o viaduto foi pago por “A” ou “B”. A responsabilidade é do “dono da casa”, daquele que chefia os destinos do município. Mesmo sem a autonomia legal de determinar isso ou aquilo no prosseguimento dos trabalhos, o prefeito deve usar todo a influencia do cargo que ocupa para destravar e empenhar a velocidade que deseja na execução dos serviços contratados.</p>
<p>Em alguns casos, como o que envolve os estudantes da escola Carlos Techentin, no Passo Manso, que precisam enfrentar a superlotação nas salas de aula, a responsabilidade do mandatário municipal é ainda maior. Afinal, foi ele quem escolheu o destino das famílias abrigadas no conjunto habitacional pós-tragédia de 2008. E, por saber a quantidade que acrescentaria, deveria ter tomado todas as precauções para chegada dos “novos filhos”.</p>
<p>Ah, mas a escola é estadual, apontam alguns. Sim, a gestão do educandário é feito pelo Governo catarinense por meio da Secretaria Regional de Blumenau. Porém, o município deveria ter orquestrado as tratativas. Construir um espaço, com recursos e profissionais da Secretaria blumenauense de educação, para atender o ensino fundamental, deixando a atual estrutura da Carlos Techentin apenas para o ensino médio, por exemplo, talvez fosse à solução perfeita para evitar este transtorno.</p>
<p>Pois é, parece que a cegonha não avisou que estavam por chegar muitos quadrigêmeos na região do Passo Manso. E, com isso, a casa ficou desorganizada. Faltam creches, escolas, postos de saúde&#8230; toda uma prometida infraestrutura que, como uma complicação no parto, serviu de motivo para tanta espera.</p>
<p>Mas, aquela gente sofrida não desanima. Sabe que no fundo as coisas já foram piores. Passaram dificuldades em um novembro, enfrentaram meses em abrigos “provisórios”, e completarão o terceiro ano de dificuldades, pedindo pouco&#8230; exigem apenas mais dignidade.</p>
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		<title>Novas opiniões sobre a Oktoberfest</title>
		<link>http://controversas.com/colunas/fabioricardo/novas-opinioes-sobre-a-oktoberfest/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 01:16:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Ricardo - fabio@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fábio Ricardo]]></category>
		<category><![CDATA[Oktoberfest]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[cultura germânica]]></category>
		<category><![CDATA[desfile]]></category>
		<category><![CDATA[traje típico]]></category>

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		<description><![CDATA[Acho que Blumenau deve investir forte nesta cultura o ano inteiro, e não apenas em outubro. Por isso, aí vão algumas considerações minhas a respeito da Oktoberfest desse ano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 406px"><img class="  " title="orktoberfest blumenau" src="http://www.vidadeturista.com/wp-content/uploads/2011/09/oktoberfest-blumenau-2011.jpg" alt="" width="396" height="264" /><p class="wp-caption-text">Caneco de vidro pode. Tulipa de vidro, não.</p></div>
<p>Eu gosto de Blumenau. Muito. E eu gosto da <strong>cultura germânica</strong>. Gosto da culinária, gosto da arquitetura, gosto das músicas e das danças. Mesmo sendo uma cultura falsa, para turista ver. Essa é a cara de Blumenau. É o que Blumenau tem de mais reconhecido no mundo todo. Mesmo que digam que é uma cultura plastificada, que não segue conceitos culturais da Alemanha-mãe. Acho que Blumenau deve investir forte nesta cultura o ano inteiro, e não apenas em outubro. Por isso, aí vão algumas considerações minhas a respeito da Oktoberfest desse ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRAJES NAS RUAS</strong></p>
<p>Quero deixar meus parabéns e meu muito obrigado a todos que entraram no clima germânico vestindo<strong> trajes germânicos</strong> durante a festa. E olha que foi muita gente. Este foi o ano que mais vi pessoas com trajes germânicos andando por Blumenau, mesmo fora da Vila Germânica. Nos restaurantes, nas ruas, nos shoppings, era comum ver alguém andando trajado de <em>fritz</em> ou <em>frida</em>. Deixou a cidade mais bonita, mais divertida e – principalmente – encantou os turistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRAJES NAS RUAS 2</strong></p>
<p>Eu mandei fazer, pela primeira vez, um traje típico. E logo no primeiro dia que fui à Vila (num almoço de sábado), fui parado por um grupo de turistas para bater fotos. Isso deixa a festa muito mais divertida. Não importa se a pessoa comprou o traje apenas para<strong> entrar de graça na festa</strong> (não foi meu caso, eu já entro de graça na festa normalmente, hehe), o simples fato de estar trajada já deixa a cidade toda mais agradável aos turistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>NÃO AO CHOPE EM METRO</strong></p>
<p>Não tenho nada contra o chope em metro. Quem parece ter é a Vila Germânica. Após comprar meu traje típico, para entrar ainda mais no clima da festa, comprei uma<strong> tulipa de chope em metro</strong>. Eu comprei a tulipa DENTRO da Vila Germânica, DURANTE a festa, já no primeiro final de semana. Qual não foi a minha surpresa quando, no final de semana seguinte, ao ir almoçar com meus pais, fui<strong> proibido de entrar na Vila Germânica</strong> por estar em posse da mesma tulipa? As lojas da Vila vendem a tulipa, mas os seguranças dizem que é proibido andar com as tulipas lá dentro. Pelo twitter, outras pessoas também confirmaram que tiveram sua entrada proibida, sendo um deles inclusive sendo colocado pra fora (na realidade ele foi “convidado a se retirar”) por estar com a tulipa recém-comprada lá dentro.</p>
<p>Duas opções:<strong> ou proíbe-se a venda</strong> de tulipas de chope em metro dentro da festa, <strong>ou permite-se a permanência</strong> com as mesmas tulipas lá dentro. Vender e depois colocar a pessoa pra fora é ridículo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MÚSICAS</strong></p>
<p>O Portal Controversas comemorou o sucesso da <strong>campanha contra o sertanejo universitário</strong> na Oktoberfest. Concordo que foi uma vitória e também não ouvi esse estilo musical por lá. Mas não podemos segregar apenas um estilo musical. Todos os outros estilos musicais que não combinem com a festa também devem ser combatidos com a mesma força.</p>
<p>No segundo sábado de festa uma coisa me chamou a atenção: todas as bandas que acompanhei tocaram pelo menos um rock. Normalmente rocks clássicos e dançantes, como <em>Pretty Woman</em>, a que mais ouvi. Eu gosto muito de rock, mas não acho que combine com a festa. O mesmo vale para os grupos que desfilam durante a Oktoberfest, que alguns chegam a ter funk no repertório. Não tem nada a ver com a festa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ANIMAIS NOS DESFILES</strong></p>
<p><strong>Sou contra a utilização de animais nos desfiles da Oktoberfest</strong>. O caso da <a title="Cartas do Santa" href="http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,185,3538275,18224" target="_blank">vaca “desmaiada”</a> e do <a title="Blog do Valther" href="http://wp.clicrbs.com.br/valtherostermann/2011/10/23/animais-desnecessarios/?topo=52,2,18,,159,e159" target="_blank">cavalo que quase avançou no público</a> são apenas alguns exemplos, mas não acredito que exista um animal que ache “normal” participar de um desfile com tanto barulho e euforia.</p>
<p>A gente fala tão mal das <a title="Diário Catarinense" href="http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default.jsp?uf=2&amp;local=18&amp;section=Geral&amp;newsID=a2872542.htm" target="_blank">puxadas em Pomerode</a>, mas não abre mão de ter nossos carros puxados por bois. Algo não bate nessa história. Ah, e lembremos também que existe uma lei municipal que <strong>proíbe a utilização de animais em circos</strong> que se apresentem em Blumenau (LEI 6.422 de 2004). Se circos não podem, por que a Oktoberfest pode?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FESTA LOTADA</strong></p>
<p>Ouvi um papo muito estranho de gente dizendo que deveria ter <strong>limite de entrada de pessoas</strong> na Vila Germânica. Isso beira o ridículo. Imagine um turista que vem de Manaus até aqui e é proibido de entrar na festa. Não podemos agir dessa forma, puramente motivados pela emoção. São coisas sem planejamento e motivadas pela emoção instantânea que fizeram com que colocassem aquele infeliz semáforo na ponte, por exemplo. Agora, o mesmo tipo de pensamento quer colocar limitações na principal festa do turismo blumenauense.</p>
<p>O que o pessoal tem que entender é que os finais de semana são para muvuca. E há muita gente que gosta dessa muvuca, e que vem para Blumenau apenas por causa desse clima da festa. Nós, <a title="Blog do Maicon Tenfen" href="http://wp.clicrbs.com.br/maicontenfen/2009/08/03/o-blumenauense-fundamental/" target="_blank">blumenauenses fundamentais</a>, deveríamos ir mais nos dias de semana e deixar os finais de semana para quem gosta de bagunça.</p>
<p>Eu, por exemplo, fui na festa no bendito sábado de<strong> 93 mil pessoas</strong>. Mas cheguei lá às 17h30 e voltei às 22h. Assim, escapei da lotação absurda e curti a festa calmo e tranquilo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ÚLTIMO DOMINGO</strong></p>
<p>O último domingo de festa foi uma beleza. Para mim, é o que a Oktoberfest nasceu para ser. Famílias lotaram os dois setores abertos. Havia muita gente conversando, brincando, se divertindo. E crianças por todos os lados. A festa estava linda. Mas mesmo com os setores lotados, eu consegui contar, somando as três cervejarias do Setor 2, apenas QUATRO funcionários servindo chope. É verdade que isso se devia ao fato do caminhão da Brahma estar andando dentro do Setor, fechando uma das choperias, provavelmente para encher novamente os tanques de chope. Mas apenas quatro pessoas para atender aquele mundaréu de gente é complicado. Tive que desistir do meu Brahma Black (sempre fecho as noites com ele) e ir no Setor 1 pedir um chope local. Além de mais gostosos e com menos filas, as cervejarias locais também foram as com melhor atendimento.</p>
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		<title>Avaliação da Oktoberfest #1</title>
		<link>http://controversas.com/cotidiano/avaliacao-da-oktoberfest-1/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 01:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Oktoberfest]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[Oktoberfest 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[O editor do Portal Controversas, Giovanni Ramos, faz uma análise da festa, com os pontos positivos e negativos desta edição]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Avaliando a Oktoberfest 2011 em tópicos:</p>
<p>- MÚSICAS &#8211; Lançamos a campanha Blumenau não é Barretos, Fora Sertanejo na Oktober. E não foi preciso intensificá-la. As bandas respeitaram a regra e tocaram basicamente musicas alemãs (e suas caricaturas). Rolou pop? Sim, mas em uma quantidade muito pequena.</p>
<p>- LIMPEZA &#8211; Beeeeeeeeeeeeem melhor que no ano passado, quando a organização precisou trocar a empresa responsável. Não estive na noite do dia 15, mas convenhamos: é impossível manter um nível de limpeza com 93 mil pessoas em um dia.</p>
<p>- INGRESSOS &#8211; Está melhorando. As filas gigantescas estão diminuindo, aos poucos, os foliões vão percebendo que vale a pena comprar antes. Sugestão para a organização: PREÇO DIFERENCIADO NA COMPRA ANTECIPADA. Aí sim, as filas vão acabar mesmo.</p>
<p>- ALIMENTAÇÃO &#8211; Continua meio bagunçado. Falta a integração feita com o chope, que possui um ticket só para todas as marcas. Não entendo, por exemplo, porque o espetinho não está junto dos caixas da Blucredi. Deviam integrar tudo.</p>
<p>- CHOPE &#8211; O setor 1 está virando o principal da festa. Não tenho dúvidas que o motivo é a presença das cervejarias artesanais. Para que pagar R$ 4,50 por um copo de Brahma se, pelo mesmo preço, você pode beber Eisenbahn, Bierland, Das Bier? As artesanais são uma atração a parte na festa. Só não concordo com a história de proibir os brindes que a Eisenbahm queria fazer. Não era chope de graça e sim ganhar caneco&#8230;uma pena.</p>
<p>- DESFILE &#8211; A análise dos defiles será feita por outra pessoa no Controversas. Não curto desfiles. Não vejo graça em ficar parado na calçada vendo pessoas andarem na rua.</p>
<p>- SEGUNDO SÁBADO &#8211; Tem gente que adora ficar em meio a uma multidão, se esfregando, cheirando <em>suvaco</em> alheio. Não precisa aumentar o preço. Quem prefere uma festa civilizada, como eu, deixa de ir no segundo sábado da festa, simples.</p>
<p>- CAMAROTE VIP &#8211; Já comentei isso aqui no Controversas: o tal Camarote Vip é um espaço para os emergentes se sentirem importantes por um dia. Fala sério, pagar R$ 150 para tomar chope Brahma?</p>
<p>- ATRAÇÕES  - Voltando ao assunto &#8220;lotação na Vila Germânica&#8221; acho que Blumenau deveria ter mais atrativos fora do parque durante a Oktoberfest. Não precisa ser o Skol Rock, mas um turista que vem ficar cinco dias na cidade pode querer em uma noite, algo diferente dos pavilhões.</p>
<p>- VIDA FORA DA OKTOBER &#8211; Ahoy, Butiquin Wollstein e Don Lucchesi abriram durante a Oktoberfest. Parabéns para eles. Blumenau não precisa parar durante a festa, assim como não precisa fechar nos domingos. E temos que reconhecer: quem começou isso foi o Ahoy em 2006, com o Okcoverfest.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tecnologia e tradição combinam!</title>
		<link>http://controversas.com/colunas/digitalpolitica/tecnologia-e-tradicao-combinam/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 01:52:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tarciso Souza - tarciso@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Digital Política]]></category>
		<category><![CDATA[Oktoberfest]]></category>
		<category><![CDATA[Oktoberfest 2011]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A cidade foi pioneira no Estado, lá pela década de 1970, no desenvolvimento de softwares e, desde então, mantem forte tradição no segmento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Blumenau é, sem dúvida, uma das cidades brasileiras que possui mais destaque dentro da área tecnológica. A cidade foi pioneira no Estado, lá pela década de 1970, no desenvolvimento de softwares e, desde então, mantem forte tradição no segmento.</p>
<p>Nestes 40 anos de história, o mundo foi totalmente transformado e evoluiu muito em função do poder da tecnologia. Mudamos hábitos, costumes&#8230; Equipamentos e maquinas se tornaram itens quase que insubstituíveis no cotidiano e execução de tarefas.</p>
<p>Porém, a mesma Blumenau que visionariamente contribuiu para o progresso e conquistou referência no setor, rasteja e “come poeira” na utilização da tecnologia nas ações desenvolvidas pelo poder público. A Oktoberfest, nossa maior vitrine, é exemplo desta triste realidade.</p>
<p>Mas a festa não é um sucesso? Sim, sem nenhuma dúvida!  E as edições poderiam melhorar ainda mais com a utilização de ferramentas tecnológicas.</p>
<p>E corremos o risco de perder as características da Oktoberfest? Não! Ou a inclusão da internet na sociedade é igual à retirada da identidade do cidadão?</p>
<p>Nós, blumenauenses, dividimos com os gestores da festa a <span style="text-decoration: line-through;">ir</span>responsabilidade de criamos tantos obstáculos para o aprimoramento de nossa maior atração turística. E, claro, isso inclui a utilização de ferramentas tecnológicas&#8230;</p>
<p>Os computadores estão cada vez mais potentes, em poucos segundos fazem os cálculos que, em 1984, levaríamos infinitas horas para resolver. Enquanto isso, olhamos os números de edições passadas da Oktober e “chutamos” a expectativa para o futuro, para o próximo final de semana.</p>
<p>No último sábado registramos mais de 93 mil festeiros nos pavilhões da Vila Germânica&#8230; e ai???  E ai, não contamos com telão na estrutura, muitos de nós, inclusive, criticam a instalação de um letreiro digital. No Parque  também não existe cobertura Wi-fi&#8230; mas milhares de visitantes cruzam as catracas da festa munidos de smartphones, tablets, câmera fotográficas, loucos para compartilhar com o mundo o que viviam ali, naquele momento.</p>
<p>Ninguém precisa inventar a roda, mas adotar práticas inovadoras, sem dúvida, ajuda a melhorar o que já é bom. Diversas casas noturnas, mundo afora, servem de exemplo, pois mantem suas características e, na batalha com os concorrentes, inovam com o apoio das tecnologias.</p>
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		<title>Oktober política</title>
		<link>http://controversas.com/colunas/digitalpolitica/oktober-politica/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 23:56:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tarciso Souza - tarciso@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Digital Política]]></category>
		<category><![CDATA[Oktoberfest]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Oktoberfest 2011]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>

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		<description><![CDATA[O trânsito que nem Zig, nem Zag, o palanque de autoridades que permanece lotado, os parlamentares festeiros, que sacolejam na Oktoberfest, e o Cinema em Blumenau que está mais barato...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp" style="text-align: left;">
<dl>
<dt><img src="http://digitalpolitica.files.wordpress.com/2011/10/imagem-tecnologia-oktoberjpg.jpg" alt="" width="645" height="270" /></dt>
<dd>Foto: Giovanni da Silva/PMB Divulgação</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: left;">Arriscar uma “dancinha” dentro do palanque de autoridades? Nem pensar&#8230; as machinhas, marcando o passo em grupo, poderiam causar uma quebra no cercado e, das alturas, despencariam Deputados, Vereadores, Prefeito e Secretários. #PalanqueNÃO!</p>
<p><strong>Nem Zig, nem Zag&#8230; – 1 </strong></p>
<p>Nos dias de desfile oficial da Oktoberfest, o trânsito de Blumenau, que já não anda muito bem fora desta temporada festiva, trava completamente. Em um esforço muito bacana, a Guarda Municipal libera os corredores exclusivos de ônibus e, adivinha? Mais caos!</p>
<p><strong>Nem Zig, nem Zag&#8230; – 2</strong></p>
<p>Muito, mais muito bacaninha é a solução encontrada pelo Shopping Neumarkt para melhorar o trânsito dentro do seu estacionamento em dias de desfile. Com uma capacidade única de “auxiliar” o cidadão – e clientes do Shopping &#8211; que trafegam pela região central, os gestores resolvem inverter uma das entradas do estabelecimento. Ou seja, fazem da tradicional entrada, uma saída&#8230; e dale complicar tudo!</p>
<p><strong>Tendinite de outubro</strong></p>
<p>Qual é o lugar de Deputados? Floripa e Brasília, legislando e intermediando pleitos da cidade, ou em Blumenau, na Oktoberfest? Vamos combinar&#8230; aparecer uma vez ou outra é normal, mas “bater” cartão na festa é abusar com o “amigo eleitor”. Acho que alguns nobres parlamentares entrarão novembro em tratamento para tendinite&#8230; só no domingo eram 93 mil abraços para distribuir na Vila Germânica!</p>
<p><strong>+ Cinema por -</strong></p>
<p>Que seja louvada a concorrência&#8230; que permite, finalmente, promoções de verdade para os amantes da sétima arte em Blumenau. O grupo Cinépolis, que recém chegou ao município, oferta ingressos com valores muito abaixo do concorrente GNC Cinemas. Lembrando que durante a semana o Blumenau Norte Shopping, onde está localizado o Cinépolis, não cobra estacionamento.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Blumenau: insegura ou mal administrada?</title>
		<link>http://controversas.com/especiais/oktoberfest/blumenau-insegura-ou-mal-administrada/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 23:54:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Roberto - paulo@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oktoberfest]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Roberto]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[Oktoberfest 2011]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar da Vila Germânica cheia de policiais, a cidade é segura? O cidadão blumenauense está seguro?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>POLICIA PARA QUEM PRECISA?</strong></p>
<p>O que fazem, afinal, tantos policiais e agentes de trânsito em redor da Vila Germânica? Sempre em grupos, a grande maioria sempre “monitora” a movimentação. Quem vê a cena, acha que está sobrando efetivo na cidade&#8230;</p>
<p>Enquanto isso, o resto da cidade está abandonado! No sábado (15) pela manhã, a sinaleira da rua Benjamin Constant com a Almirante Barroso estava desligada. Até com o pouco trânsito do início da manhã, foi complicado sair da Almirante Barroso&#8230;</p>
<p>Poucos metros dali, pertinho da esquina com a Secretaria de Desenvolvimento Regional (o “cabidão”, segundo o governador Raimundo Colombo), uma obra interrompia o tráfego em uma das pistas, obrigando os próprios operários a organizarem o trânsito. Onde estavam os agentes da GMT?</p>
<p>Outro fato curioso foi o “aparecimento” de um jovem morto no ponto de ônibus na rua Humberto de Campos, ou seja, praticamente do lado da Vila Germânica.</p>
<p>Como pode isso ter acontecido com tanta vigilância em redor? Policiais militares, agentes da GMT, vendedores ambulantes, turistas, ninguém viu nada? E as tais câmeras de vigilância da PM, que custaram um caminhão de dinheiro? Elas ainda existem? Servem para alguma coisa?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A CULPA É DE QUEM?</strong></p>
<p>Se o trânsito para quem conhece a cidade já é difícil, como fazer um turista se encontrar na cidade? A entrevista do secretário de Turismo, José Eduardo Bahlsde Almeida, ao Jornal de Santa Catarina na sexta-feira (14) foi assustadora: a cidade não coloca placas porque aguarda – desde 2007 – uma verba do Governo Federal para isso.</p>
<p>Segundo a mesma matéria, o dinheiro (R$ 300 mil) do Ministério das Cidades “complementaria” o atual projeto de sinalização, que é de 2007. Pelo jeito, a burocracia do Governo Federal é gigantesca! Mas, a Prefeitura não tinha como pagar essas placas?</p>
<p>O dinheiro que “sobra” da Câmara de Vereadores todos os anos, por exemplo, volta para a Prefeitura. E é usado tradicionalmente para pagar a folha salarial dos funcionários públicos municipais.</p>
<p>Longe de mim criticar os servidores. Mas, há servidores e servidores. Os governos de qualquer esfera devem, sim, aumentar os seus quadros a todo momento. Mas devem contratar agentes públicos: professores, policiais, técnicos. O que não dá é pra gastar mais dinheiro com cargos comissionados (os indicados, não concursados&#8230;) do que com os trabalhadores que efetivamente dão o retorno ao cidadão.</p>
<p>Outro detalhe curioso: os 300mil reais seriam utilizados para comprar 300 placas. Caramba! Mil reais cada placa? Nunca imaginei que elas fossem tão caras! De que material elas são feitas?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CAIXA ELETRÔNICO? QUE SE EXPLODA!</strong></p>
<p>Chega a ser patética a campanha velada da grande mídia para tentar provocar o pânico na população usando a “crescente ameaça dos ladrões que explodem caixar eletrônicos”.</p>
<p>Por favor! Alguém já VIU uma quadrilha dessas “trabalhando”? Eles armam as bombas na madrugada, em locais que NINGUÉM passa na rua durante a noite inteira, roubam e causam prejuízos única e exclusivamente para os bancos. Ou algum cidadão já foi prejudicado, atingido, ferido por esse tipo de crime?</p>
<p>Não que eu defenda – obviamente – os criminosos, mas já encheu o saco! A população de Blumenau pode deixar de andar na rua com medo de assalto, com medo de estupradores, com medo do vizinho, com medo da falta de segurança pública que é a nossa realidade. Mas, não conheço NINGUÉM que, algum dia, tenha ficado com “medo dos estouradores de caixa eletrônico”.</p>
<p>“Será” que o fato dos únicos prejudicados nesse caso serem também os maiores anunciantes da maioria desses veículos de comunicação não tem nada a ver com essa “campanha” maluca? Será?</p>
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		<title>Blumenotas #44 &#8211; Zicke zacke zicke zacke hoi hoi hoi</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 23:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blumenotas]]></category>
		<category><![CDATA[Oktoberfest]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[Oktoberfest 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[Curtinhas, notinhas pequenas, pitacos, a Oktoberfest Blumenau em 140 caracteres. Na coluna Blumenotas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>GENTE<br />
Quase 100 mil pessoas no sábado passado na Oktober? A Vila Germânica não comporta tanta gente. Aliás, a festa não pode crescer mais&#8230;</p>
<p>MILHÃO<br />
Muitos vão lembrar que em 1992, a festa teve mais de 1 milhão de pessoas. Mas na época, tinha o Galegão e parte da Humberto de Campos&#8230;</p>
<p>SERTANEJO<br />
Por enquanto, os blogueiros do Controversas não registraram a música na festa. Que continue assim #sertanejonão.</p>
<p>SETOR 1<br />
Cada ano que passa, aumenta a concentração de público no setor 1. Vai ser o mais cobiçado setor da festa. Motivo? Cervejarias artesanais, claro.</p>
<p>FORA DO LUGAR<br />
Não ficou boa, a localização do palco no Setor 1. A entrada pelo lado direito ficou ainda mais congestionada. Era melhor no local antigo.</p>
<p>QUALIDADE<br />
Muito bom o chope Vienna da Bierland. Uma atração a mais na festa.</p>
<p>4 ANOS<br />
O Portal Controversas completa 4 anos neste sábado. A festa será dentro da Oktober, claro. Mas sem camarotes</p>
<p>EMERGENTES<br />
Coisa besta esse Camarote Vip. Pagar R$ 150 para tomar chope comum? Isso é coisa de emergentes, para se acharem superiores vendo a festa de cima.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Blumenau não é Barretos &#8211; Diga não ao Sertanejo na Oktoberfest</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 23:28:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oktoberfest]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[não é barretos]]></category>

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		<description><![CDATA[Campanha controversa contra as bandas de formatura que fingem ser "típicas alemãs" para poder tocar na Oktoberfest. Não sabe tocar música alemã? Vaza!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/10/sertanejonao_banner.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4772 aligncenter" title="sertanejonao_banner" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/10/sertanejonao_banner.jpg" alt="" width="581" height="244" /></a></p>
<p>No primeiro dia da Oktoberfest 2011, o Portal Controversa lança novamente a campanha BLUMENAU NÃO É BARRETOS &#8211; DIGA NÃO AO SERTANEJO NA OKTOBERFEST.</p>
<p>O objetivo da campanha a mobilizar os &#8220;foliões&#8221; contra  bandas de formatura que fingem ser &#8220;típicas alemãs&#8221; para poder tocar na Oktoberfest. Aquelas que tocam Whisky a Go Go e se acham os fodões, quando a organização da festa exige que 90% DAS MÚSICAS SEJAM TÍPICAS.</p>
<p><em><strong>Por que o sertanejo?</strong></em><br />
Por que o sertanejo universitário é a praga do momento. Um vírus maléfico que atingiu QUASE todas as casas noturnas de Blumenau. Se as baladinhas da cidade tocam isso o ano todo, vamos deixar a Oktoberfest livre. Afinal, o turista que quiser ouvir sertanejo vai para a Festa do Peão de Barretos e não para Blumenau.</p>
<p><strong><em>E os outros estilos?</em></strong><br />
Também condenamos outros estilos não alemães na festa. O autor deste post, por exemplo, gosta de AC/DC, mas não vai para a Oktober querendo ouvir isso. Quando quer, vai para o Ahoy Blumenau.</p>
<p><em><strong>Colocar o sertanejo no nome da campanha é perseguição contra o estilo musical?</strong></em><br />
É sim. E boa parte dos internautas que navegam por aqui pensam igual. Tanto que já há pedidos para que a campanha não fique apenas na Oktober.</p>
<p><em><strong>E o que pode ser feito, de fato?</strong></em><br />
Vamos denunciar as bandas que fugirem do repertório determinado pela Vila Germânica. Aceitamos vídeos de internautas também.</p>
<p><em><strong>Terá campanha no twitter?</strong></em><br />
Vamos incentivar o uso da hashtag #sertanejonão para identificar as denúncias e reclamações contra o sertanejo na festa.</p>
<p><em><strong>Eu gosto de sertanejo na festa e estou lendo isso</strong></em><br />
Pode xingar o Portal Controversas à vontade. Se quiser fazer um artigo, vamos publicar. O Controversas não fica em cima do muro, tem opiniões controversas e pitorescas. Mas respeitamos quem pensa diferente.</p>
<p><strong>Pode divulgar a campanha por aí?</strong><br />
A vontade. O Portal Controversas utiliza a licença Creative Commons. É permitido o uso de textos e imagens, com os devidos créditos, é claro.</p>
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		<title>O Festival de Teatro vem aí</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 01:12:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte/Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Fitub]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
		<category><![CDATA[fitub]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[O 24 Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau, o Fitub, começa sexta-feira (8) no Teatro Carlos Gomes. Veja programação, ingressos e como será a cobertura do Controversas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_4185" class="wp-caption aligncenter" style="width: 612px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/07/fitub.jpg"><img class="size-full wp-image-4185   " style="margin-top: 2px; margin-bottom: 2px;" title="fitub" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/07/fitub.jpg" alt="" width="602" height="252" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Peça Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny venceu o Fitub em 2010. Foto: Giovanni Ramos/PC</dd>
</dl>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para quem estava desanimado com os andamentos da &#8220;Afundação&#8221; Cultural e a interdição de casas como o Butiquin Wollstein e o Ahoy, o Fitub (Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau) vem em boa hora. Um dos festival mais tradicionais do país chega a sua 24 edição depois de sofrer ameaças de não realização e até de uma proposta de torná-lo bienal.</p>
<p>Subirão nos palcos do Teatro Carlos Gomes grupos de teatro de várias universidades brasileiras e companhias da Argentina, Chile e Colômbia, que participam da Mostra Íbero-Americana. A arte daqui também tem o seu espaço, na Mostra Blumenauense, que ocorre na &#8220;Afundação&#8221; Cultural.</p>
<p>O Fitub também leva o teatro para outras áreas da cidade e da região. Com o &#8220;Palco Sobre Rodas&#8221; teremos peças em escolas, Sesc e nos municípios de Gaspar e Indaial.</p>
<p>O preço para assistir os melhores grupos universitários do país é bem acessível. R$ 14 a inteira, com 50% para estudantes e idosos. Uma pechincha se comparado ao que é cobrado nos outros espetáculos apresentados no Carlos Gomes durante o ano.</p>
<p>O Portal Controversas fará cobertura do evento com resenhas, matérias nos bastidores e interagindo com o público no Salão Centenário do Teatro. Antes do evento começar, nós apresentamos toda a programação e como comprar os ingressos. Vale a pena comprar com antecedência, principalmente quando as peças ocorrem no Pequeno Auditório (com capacidade máxima para 220 pessoas).</p>
<p>Prestigie o Fitub, um dos principais eventos do calendário blumenauense!</p>
<p>&#8212;-</p>
<p>CLIQUE <strong><a href="http://controversas.com/arte-lazer/programacao-do-fitub-2011/" target="_blank">AQUI</a></strong> paara ver a programação dos espetáculos<br />
CLIQUE <strong><a href="http://controversas.com/arte-lazer/fitub-ingressos-e-bilheteria/" target="_blank">AQUI</a></strong> para saber quando e como comprar os ingressos</p>
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		<title>Fitub: Ingressos e bilheteria</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 00:13:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte/Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Fitub]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[fitub]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja onde comprar ingressos para os espetáculos e quando comprar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>TODOS OS ESPETÁCULOS CUSTAM R$ 14 (inteira) e R$ 7 (estudante), exceto peças do Palco Sobre Rodas e espetáculo de abertura</p>
<p>Informações do site oficial do <strong><a href="http://www.furb.br/novo/index.php?option=noticia&amp;categoria=13&amp;Itemid=2863&amp;sis_id_lang=1" target="_blank">Fitub</a></strong></p>
<p><strong> </strong><strong>VENDAS ANTECIPADAS<br />
</strong>Data: 04 a 07/07<br />
Local: Campus I – FURB – Recepção do Bloco A<br />
Horário: 13h às 19h</p>
<p><strong> </strong><strong>VENDAS DURANTE O EVENTO<br />
</strong>Data: de 08 a 15/07<br />
Local: Bilheteria – Sala Verde do Teatro Carlos Gomes<br />
Horário: 12h30 às 22h</p>
<p><strong>OBS</strong>.: o Festival disponibilizará uma cota de ingressos para cada espetáculo que será colocada à disposição para venda somente uma hora antes do início de cada um deles.</p>
<p><strong> </strong><strong>INSTRUÇÕES<br />
</strong>- Os ingressos para os espetáculos que serão apresentados em locais fora do Teatro Carlos Gomes, disponíveis nos dias das apresentações, estarão à venda no <strong>local da apresentação</strong>, uma hora antes de cada sessão.<br />
- Cada pessoa tem direito à compra de, no máximo, 02 (dois) ingressos por espetáculo.<br />
- Para o espetáculo de abertura é necessária a retirada de ingresso com antecedência, nos locais disponibilizados pela organização do festival.</p>
<p>-</p>
<p>&nbsp;</p>
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	</channel>
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