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	<title>Portal Controversas &#187; Mídia</title>
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	<description>Blumenau vista por outro ângulo</description>
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		<title>A ditadura escancarada</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 00:02:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[_secundária]]></category>
		<category><![CDATA[comissão da verdade]]></category>
		<category><![CDATA[ditadura militar]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal de Santa Catarina]]></category>

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		<description><![CDATA[Especial do Santa sobre famílias que perderam parentes na ditadura militar é mais um tapa na cara sociedade. Uma reportagem recomendada]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5572" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2012/01/ditadura-militar.jpg"><img class="size-medium wp-image-5572 " style="margin: 2px;" title="ditadura militar" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2012/01/ditadura-militar-300x142.jpg" alt="" width="300" height="142" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: www.rededemocratica.org</p></div>
<p>O sofrimento de famílias que perderam parentes durante a ditadura militar e esperança de ter mais informações sobre o que aconteceu a partir da Comissão da Verdade, que será aberta este ano em Brasília. Este é o tema da reportagem especial do <strong><a href="http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/jsc/capa,5,0,0,0,Capa.html" target="_blank">Santa</a></strong> &#8220;Órfãos da Verdade&#8221;, de autoria da jornalista Daiane Costa.</p>
<p>A reportagem é excelente e deve ser divulgada para o maior número de pessoas possível. É um verdadeiro tapa na cara da sociedade brasileira, mostrando através dos depoimentos de familiares, o que realmente foi a ditadura militar no Brasil.  A jornalista conseguiu com maestria, colocar a agonia de quem não sabe até hoje o que aconteceu com um parente sem cair no sensacionalismo.</p>
<p>A especial mostra também, que a Comissão da Verdade criada pelo governo federal é fraca e covarde, não irá rever a Lei da Anistia, ou seja, nada acontecerá com aqueles que forem responsabilizados pelos crimes cometidos na época. Uma decisão vergonhosa que foi criticada por entidades internacionais de Direitos Humanos.</p>
<p>Uruguai, Argentina e Chile tiveram a coragem de mexer no passado, descobrir o que aconteceu de fato e punir os torturadores. No Brasil, o PT, um partido criado por pessoas que lutaram contra a ditadura, foi covarde. Mesmo com uma popularidade jamais vista e com uma oposição fragilizada, o governo não teve coragem de levar adiante a proposta de revisão da Lei da Anistia. E olha que a atual presidente sofreu nas mãos dos torturadores.</p>
<p>O Portal Controversas recomenda a reportagem Órfãos da Verdade, que será publicada até terça-feira no Santa. E parabeniza o jornal e a jornalista pela produção do material e pela coragem de publicar. Que estejam preparados, pois a viúvas da Arena que moram na cidade vão reagir.</p>
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		<title>A Internet protesta contra a censura</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 13:59:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Portal Controversas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Projeto de lei dos Estados Unidos quer acabar com a liberdade de expressão na internet, dando ao governo americano, o poder de bloquear o acesso a diversos sites]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>do blog <strong><a href="http://crazyseawolf.blogspot.com/2012/01/sopa-pipa-censura-internet-protesto.html" target="_blank">crazyseawolf</a></strong></em></p>
<p><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2012/01/stop-sopa.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5466" style="margin: 2px;" title="stop-sopa" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2012/01/stop-sopa-300x142.jpg" alt="" width="300" height="142" /></a>A internet que conhecemos pode sofrer uma drástica mudança se o governo dos EUA aprovarem o SOPA e o PIPA, dois projetos de leis enviados por políticos, que ao meu ver, nada entendem de internet, mas apoiados pelas indústrias de cinema, TV e música, e provedoras de TV a cabo e internet, ao congresso norte-americano. A votação acontecerá no próximo dia 24. Parece que o governo americano, na pessoa de Obama, já se manifestou contra esses projetos.</p>
<p><a>SOPA é a sigla para &#8220;Stop Online Piracy Act&#8221; ou Lei contra a pirataria online, e PIPA, &#8220;Protect IP Act&#8221;, ou lei de proteção do IP.</a></p>
<p>Em resumo, essas leis vão combater compartilhamentos e trocas de arquivos em qualquer situação, seja em redes sociais, blogs e sites de compartilhamento de arquivos. Ou seja, haverá uma monitoração e as páginas denunciadas serão fechadas, e também quaisquer outras páginas relacionadas.</p>
<p>Com isso, os provedores de internet, email, blogs, mensageiros eletrônicos e as redes sociais terão que verificar (ou espionar) todos os conteúdos que seus usuários postam para haver o bloqueio, pois eles serão responsabilizados. A parte da publicidade será muito afetada, pois além dos bloqueios dos anúncios, os fundos provenientes deverão ser congelados.</p>
<p>Google, Facebook e Twitter, por exemplo, serão fortemente afetados, pois possuem serviços que aos olhos do SOPA, se tornarão crime da noite para o dia, até mesmo toda a tecnologia que se permite navegar na internet anonimamente, tais como o TOR, DNS alternativos, P2Ps e VPNs.</p>
<p>É o fim da privacidade e da liberdade de expressão na Internet. Praticamente será o fim da Internet que conhecemos atualmente. Será o fim dos blogs e das redes sociais, pois quaisquer comentários feitos por usuários, causando ofensa ou infrigindo as leis com links de download, os donos serão responsabilizados, correndo o risco do serviço ser fechado.</p>
<p>Essas leis terão poder para agir dentro do território norte-americano, mas poderão servir de incentivo par que outros países possam fazer leis semelhantes. Quem não se lembra do projeto de lei do Azeredo, o famoso AI5 Digital? Além disso, o SOPA terá o poder de bloquear sites estrangeiros. Ou seja, parte da economia online será bastante afetada no mundo inteiro.</p>
<p>Nesta quarta, vários sites e/ou serviços promentem sair do ar em protesto contra essa lei, Reddit, Wikipedia, entre outros. O Google deverá colocar um link ou imagem protestando contra o projeto de lei, mas não vai parar as suas atividades, assim como o Twitter. O WordPress prometeu aderir ao movimento e o Facebook, no momento em que escrevo este post, não anunciou nada. Muitos blogs retirarão suas páginas do ar, mas colocarão uma mensagem de protesto.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Enquete: segurança para ciclistas reprovada</title>
		<link>http://controversas.com/midia/enquete-seguranca-para-ciclistas-reprovada/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 02:15:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Portal Controversas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[ciclovias]]></category>
		<category><![CDATA[enquete]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
		<category><![CDATA[transporte coletivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Portal Controversas perguntou sobre a ideia de usar os corredores de ônibus para as bicicletas. Para a maioria, nunca haverá segurança necessária]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Portal Controversas perguntou em dezembro, se os corredores de ônibus poderiam ser compartilhados com as bicicletas,  uma proposta comum na Europa, que foi ventilada pela ABC Ciclovias. Para a maioria dos participantes da enquete, falta segurança para a ideia ser aplicada.</p>
<p><span style="color: #000000; font-family: verdana, arial, tahoma; font-size: x-small;"><strong>Os corredores de ônibus devem ser compartilhados com as bicicletas?</strong></span></p>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><span style="color: #000000; font-family: verdana, arial, tahoma; font-size: xx-small;">Sim. A Prefeitura deve pensar nisso já</span></td>
<td nowrap="nowrap">
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<table width="72" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<table width="72" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td nowrap="nowrap" bgcolor="#cccccc" width="19%"><span style="font-size: xx-small;"><img src="http://www.enquetes.com.br/img/pixel.gif" alt="" width="0" height="6" border="0" /></span></td>
<td nowrap="nowrap" width="81%"><span style="font-size: xx-small;"><img src="http://www.enquetes.com.br/img/pixel.gif" alt="" width="0" height="6" border="0" /></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td nowrap="nowrap"><span style="color: #000000; font-family: verdana, arial, tahoma; font-size: xx-small;">19,23%</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="color: #000000; font-family: verdana, arial, tahoma; font-size: xx-small;">Sim, mas não já. Uma campanha deve ser feita antes</span></td>
<td nowrap="nowrap">
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<table width="72" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<table width="72" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td nowrap="nowrap" bgcolor="#cccccc" width="26%"><span style="font-size: xx-small;"><img src="http://www.enquetes.com.br/img/pixel.gif" alt="" width="0" height="6" border="0" /></span></td>
<td nowrap="nowrap" width="74%"><span style="font-size: xx-small;"><img src="http://www.enquetes.com.br/img/pixel.gif" alt="" width="0" height="6" border="0" /></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td nowrap="nowrap"><span style="color: #000000; font-family: verdana, arial, tahoma; font-size: xx-small;">26,92%</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="color: #000000; font-family: verdana, arial, tahoma; font-size: xx-small;">Não. Nunca haverá segurança para os ciclistas</span></td>
<td nowrap="nowrap">
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<table width="72" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<table width="72" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td nowrap="nowrap" bgcolor="#cccccc" width="42%"><span style="font-size: xx-small;"><img src="http://www.enquetes.com.br/img/pixel.gif" alt="" width="0" height="6" border="0" /></span></td>
<td nowrap="nowrap" width="58%"><span style="font-size: xx-small;"><img src="http://www.enquetes.com.br/img/pixel.gif" alt="" width="0" height="6" border="0" /></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td nowrap="nowrap"><span style="color: #000000; font-family: verdana, arial, tahoma; font-size: xx-small;">42,31%</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="color: #000000; font-family: verdana, arial, tahoma; font-size: xx-small;">Não. O transporte coletivo deve usar com exclusividade</span></td>
<td nowrap="nowrap">
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<table width="72" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<table width="72" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td nowrap="nowrap" bgcolor="#cccccc" width="11%"><span style="font-size: xx-small;"><img src="http://www.enquetes.com.br/img/pixel.gif" alt="" width="0" height="6" border="0" /></span></td>
<td nowrap="nowrap" width="89%"><span style="font-size: xx-small;"><img src="http://www.enquetes.com.br/img/pixel.gif" alt="" width="0" height="6" border="0" /></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td nowrap="nowrap"><span style="color: #000000; font-family: verdana, arial, tahoma; font-size: xx-small;">11,54%</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&#8212;&#8211;</p>
<p>Uma nova enquete já está disponível no site. A pergunta é em relação ao projeto de integração do transporte coletivo.</p>
<p>&#8212;-</p>
<form name="frm1013565"><strong>Quando os transportes coletivos da região serão integrados??</strong></p>
<input type="radio" name="opcao" value="5424423" />1º de fevereiro, como disse o Seterb</p>
<input type="radio" name="opcao" value="5424424" />Só no próximo governo</p>
<input type="radio" name="opcao" value="5424425" />Em 2050, ora</p>
<input type="radio" name="opcao" value="5424426" />Nunca serão</form>
<form name="frm1013565">VOTE NA PÁGINA INICIAL DO SITE</form>
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		<item>
		<title>A Privataria Tucana e o Teorema de Bob Jeff</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 23:51:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[A Privataria Tucana]]></category>
		<category><![CDATA[Amauri Ribeiro Jr]]></category>
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		<category><![CDATA[tucanos]]></category>

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		<description><![CDATA[Toda denúncia bem fundamentada e com provas documentais precisa ser investigada, independente das ações praticadas pelo autor anteriormente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/12/privataria-tucana1-480x364.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5262" style="margin: 2px;" title="privataria-tucana1-480x364" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/12/privataria-tucana1-480x364-300x125.jpg" alt="" width="300" height="125" /></a>Na sexta-feira passada (9), foi lançado nas livrarias brasileiras, o livro A Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Junior. A obra contém denúncias contra o governo Fernando Henrique Cardoso, acusando líderes tucanos como o ex-governador José Serra (ministro do Planejamento de FHC) de ter recebido propinas nas vendas estatais brasileiras como a Telebrás.</p>
<p>A primeira edição do livro esgotou em 24 horas, já aparecendo entre os mais vendidos da semana. No entanto, os principais meios de comunicação do Brasil estão ignorando o assunto. A Folha de São Paulo quebrou o silêncio nesta quinta-feira, quase uma semana depois da publicação.</p>
<p>O PSDB reagiu e atacou o jornalista autor do livro. Normal. Qualquer legenda faria o mesmo. Mas chama a atenção o comportamento da mídia . Muitos afirmam que a obra não pode ser levada a sério, já que o jornalista,quando foi preso durante a campanha de 2010, acusando de tentar invadir contas da família do Serra, então candidato a presidência.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O Teorema de Bob Jeff entra em ação!</strong></p>
<p>Em 2005, havia uma denúncia de corrupção nos Correios, órgão do governo que estava sob comando do PTB. O caso envolveu o presidente nacional da legenda, Roberto Jefferson, que foi chamado no Congresso para dar explicações. Bob Jeff, como foi apelidado, nunca conseguiu explicar o caso dos Correios, mas aproveitou os microfones e os holofotes para denúnciar um esquema de compra de deputados feito pelo governo, o popular MENSALÃO.</p>
<p>Jefferson não era uma pessoa com credibilidade na época, pelo contrário, estava sendo acusado de corrupção. Mas o conteúdo da denúncia foi levado a sério e as investigações do Mensalão começaram. José Dirceu caiu, foi cassado e os envolvidos viraram réus na Justiça, que acatou o processo. O caso continua tramitando em Brasília.</p>
<p>Sendo assim, a obra de <strong><a href="http://carlostonet.wordpress.com/2011/12/13/privataria-tucana-ainda-nao-li-mas-acho-que-vale-a-pena-ler/" target="_blank">Amaury Junior, que já trabalhou em Blumenau</a></strong> (conforme lembrou o Carlos Tonet), precisa ser levada a sério. Os fatos apresentados no livro devem ser investigados, independente da acusação contra o jornalista. Não se trata de denuncismo barato, pois os assuntos abordados, já foram alvo de denúncias no passado, inclusive reportados pela <strong><a href="http://www.tijolaco.com/wp-content/uploads/2011/12/veja.jpg" target="_blank">Revista Veja</a></strong>.</p>
<p>O PSDB tem todo o direito de xingar o autor, de chamar de lixo, farsa, etc. Eles são os alvos da denúncia. Inaceitável é a imprensa brasileira tentar esconder o assunto. Inaceitável e estúpido, pois não há como esconder mais nada em um mundo globalizado pela internet.</p>
<p>&#8212;-</p>
<p><em>Ps. Ainda não li, mas A Privataria Tucana está na lista de livros para eu ler. Quando comprar, a obra ficará ao lado de &#8220;Honoráveis Bandidos, um retrato do Brasil na Era Sarney&#8221; na minha estante.</em></p>
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		<item>
		<title>O poder permanente de derrubar governos</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 23:24:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Portal Controversas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[governo Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[poder]]></category>
		<category><![CDATA[queda de ministros]]></category>

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		<description><![CDATA[O Portal Controversas publica o artigo da jornalista Maria Inês Nassif, sobre a série de queda de ministros do governo Dilma e sua relação com os grandes veículos de comunicação]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>POR MARIA INÊS NASSIF</strong></em><br />
<em><strong>Jornalista</strong></em></p>
<p>A corrupção do sistema político merece uma reflexão para além das manchetes dos jornais tradicionais. Em especial neste momento que o país vive, quando a nova democracia completou 26 anos e a política, que é a sua base de representação, se desgasta perante a opinião pública. Este é o exato momento em que os valores democráticos devem prevalecer sobre todas as discordâncias partidárias, pois chegou no limite de uma escolha: ou diagnostica e aperfeiçoa o sistema político, ou verá sucumbi-lo perante o descrédito dos cidadãos.</p>
<p>O país pós-redemocratização passou por um governo que foi um fracasso no combate à inflação, um primeiro presidente eleito pelo voto direto pós-ditadura apeado do poder por denúncias de corrupção, dois governos tucanos que, com uma política antiinflacionária exitosa, conseguiram colocar o país no trilho do neoliberalismo que já havia grassado o mundo, e por fim dois governos do PT, um partido de difícil assimilação por parcela da população. Nesse período, a mídia incorporou como poder próprio o julgamento e o sentenciamento moral, numa magnitude tal que vai contra qualquer bom senso.</p>
<p>Este é um assunto difícil porque pode ser facilmente interpretado como uma defesa da corrupção, e não é. Ou como questionamento à liberdade de imprensa, e está longe disso. O que se deve colocar na mesa, para discussão, é até onde vai legitimidade da mídia tradicional brasileira para exercer uma função fiscalizadora que invade áreas que não lhes são próprias. Existe um limite tênue entre o exercício da liberdade de imprensa na fiscalização da política e a usurpação do poder de outras instituições da República.</p>
<p>Outra questão que preocupa muito é que a discussão emocional, fulanizada, mantida pelos jornais e revistas também como um recurso de marketing, têm como maior saldo manter o sistema político tal como é. É impossível uma discussão mais profunda nesses termos: a escandalização da política e a demonização de políticos trata-os como intrinsicamente corruptos, como pessoas de baixa moral que procuram na atividade política uma forma de enriquecimento privado. Ninguém se pergunta como os partidos sobrevivem mantidos por dinheiro privado e que tipo de concessão têm que fazer ao sistema.</p>
<p>Desde Antonio Gramsci, o pensador comunista italiano que morreu na masmorra de Mussolini, a expressão “nenhuma informação é inocente” tem pontuado os estudos sobre o papel da imprensa na formulação de sensos comuns que ganham a hegemonia na sociedade. Gramsci já usava o termo “jornalismo marrom” para designar os surtos de pânico promovidos pela mídia, de forma a ganhar a guerra da opinião pública pelo medo.</p>
<p>No Brasil atual, duas grandes crises de pânico foram alimentadas pela mídia tradicional brasileira no passado recente. Em 2002, nas eleições em que o PT seria vitorioso contra o candidato do governo FHC, a mídia claramente mediou a pressão dos mercados financeiros contra o candidato favorito, Luiz Inácio Lula da Silva. Tratava-se, no início, de fixar como senso comum a referência “ou José Serra [o candidato tucano] ou o caos”.</p>
<p>Depois, a meta era obrigar Lula e o PT ao recuo programático, garantindo assim a abertura do mercado financeiro, recém-completada, para os capitais internacionais. Em 2005, na época do chamado “mensalão”, o discurso do caos foi redirecionado para a corrupção. Politicamente, era uma chance fantástica para a oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva: a única alternativa para se contrapor a um líder carismático em popularidade crescente era tirar de seu partido, o PT, a bandeira da moralidade. A ofensiva da imprensa, nesse caso, não foi apenas mediadora de interesses. A mídia não apenas mediava, mas pautava a oposição e era pautada por ela, num processo de retroalimentação em que ela própria [a mídia] passou a suprir a fragilidade dos partidos oposicionistas. Ao longo desse período, tornou-se uma referência de poder político, paralelo ao instituído pelo voto.</p>
<p>Eleita Dilma Rousseff, a oposição institucional declinou mais ainda, num país que historicamente voto e poder caminham juntos, e ao que tudo indica a mídia assumiu com mais vigor não apenas o papel de poder político, mas de bancada paralela. Dilma está se tornando uma máquina de demitir ministros. Nas primeiras demissões, a ofensiva da mídia deu a ela um pretexto para se livrar de aliados incômodos, nas complicadas negociações a que o Poder Executivo se vê obrigado em governos de coalizão num sistema partidário como o brasileiro. Caiu, todavia, numa armadilha: ao ceder ministros, está reforçando o poder paralelo da mídia; em vez de virar refém de partidos políticos que, de fato, têm deficiências orgânicas sérias, tornou-se refém da própria mídia.</p>
<p>As ondas de pânico criadas em torno de casos de corrupção, desde Collor, têm servido mais a desqualificar a política do que propriamente moralizar a nossa democracia. Mais uma vez, volto à frase de Gramsci: não existe notícia inocente. O Brasil saído da ditadura já trazia, como herança, um sistema político com problemas que remontam à Colônia. O compadrio, o mandonismo e o coronelismo são a expressão clássica do que hoje se conhece por nepotismo, privatização da máquina pública e falha separação entre o público e o privado. A política tem sido constituída sobre essas bases e, depois de cada momento autoritário e a cada período de redemocratização no país, seus problemas se desnudam, soluções paliativas são dadas e a cultura fica. Por que fica? Porque é a fonte de poderes – poderes privados que podem se sobrepor ao poder público legitimamente constituído.</p>
<p>O sistema político é mantido por interesses privados, e é de interesse de gregos e troianos que assim permaneça. Segundo levantamento feito pela Comissão Especial da Câmara que analisa a reforma política, cerca de 360 deputados, em 513, foram eleitos porque fizeram as mais caras campanhas eleitorais de seus Estados. Com dinheiro privado. Em sã consciência, com quem eles têm compromissos? Eles apenas tiveram acesso aos instrumentos midiáticos e de marketing político cada vez mais sofisticados porque foram financiados pelo poder econômico. É o interesse privado quem define se o dinheiro doado aos candidatos e partidos é lícito ou ilícito.</p>
<p>O dinheiro do caixa dois passou a fazer parte desse sistema. Não existe nenhum partido, hoje, que consiga se financiar privadamente – como define a legislação brasileira – sem se envolver com o dinheiro das empresas; e são remotíssimas as chances de um político financiado pelo poder privado escapar de um caixa dois, porque normalmente é o caixa dois das empresas que está disponível. Num sistema eleitoral onde o dinheiro privado, lícito e ilícito, é o principal financiador das eleições, ocorre a primeira captura do sistema político pelo poder privado. E isso não acaba mais.</p>
<p>Esse é o âmago de nosso sistema político. A democratização trouxe coisas fantásticas para a política brasileira, como o voto do analfabeto, a ampla liberdade de organização partidária e a garantia do voto. Mas falhou no aperfeiçoamento de um sistema que obrigatoriamente teria de ser revisto, no momento em que o poder do voto foi restabelecido pela Constituição de 1988.</p>
<p>Num sistema como esse, por qualquer lado que se mexa é possível desenrolar histórias da promiscuidade entre o poder público e o dinheiro privado. Por que isso não entra, pelo menos, em discussão? Acredito que a situação permaneça porque, ao fim e ao cabo, ela mantém o poder político sob o permanente poder de chantagem privado. De um lado, os financiadores de campanhas se apoderam de parcela de poder. De outro, um sistema imperfeito torna facilmente capturável o poder do voto também por aparelhos privados de ideologia, como a mídia. Como nenhuma notícia é inocente, a própria pauta leva a relações particulares entre políticos e o poder econômico, ou entre a máquina pública e o partido político. A guerra permanente entre um governo eleito que tem a oposição de uma mídia dominante é alimentada pelo sistema.</p>
<p>O apoderamento da imprensa é ainda maior. Se, de um lado, a pauta expressa seu imenso poder sobre a política brasileira, ela não cumpre o papel de apontar soluções para o problema. Não existe intenção de melhorá-lo, de atacar as verdadeiras causas da corrupção. Apesar da imensa caça às bruxas movida pela mídia contra os governos, em nenhum momento essa sucessão de escândalos, reais ou não, incluíram seriamente a opinião pública num debate sobre a razão pela qual um sistema inteiro é apropriado pelo poder privado, inclusive e principalmente porque não se questiona o direito de apropriação do poder público pelo poder privado. A mídia tradicional não fez um debate sério sobre financiamento de campanha; não dá a importância devida à lei do colarinho branco; colocou a CPMF, que poderia ser um importante instrumento contra o dinheiro ilícito que inclusive financia campanhas eleitorais, no rol da campanha contra uma pretensa carga insuportável de impostos que o brasileiro paga.</p>
<p>Pode fazer isso por superficialidade no trato das informações, por falta de entendimento das causas da corrupção – mas qualquer boa intenção que porventura exista é anulada pelo fato de que é este o sistema que permite à imprensa capturar, para ela, parte do poder de instituições democráticas devidamente constituídas para isso.</p>
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		<title>Orlando, a faxina, a imprensa e o governo</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 02:56:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[Orlando Silva]]></category>
		<category><![CDATA[PMDB]]></category>

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		<description><![CDATA[A esquerda burra se desespera. A direita burra se empolga. A queda dos ministros do governo Dilma...o buraco é mais embaixo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A queda do ministro Orlando Silva gerou pânico em parte da esquerda e euforia em parte da direita. AMBOS acham que Dilma está sendo guiada pela Revista Veja. Que é a &#8220;grande imprensa&#8221; a responsável pela queda dessa turma no primeiro ano do governo Dilma. Tudo bobagem. O buraco é bem mais embaixo.</p>
<p>- Palocci nunca foi unanimidade no PT. Qualquer um poderia deduzir que ele não ficaria no governo nos 4 anos. Tinha muita gente dentro do governo para derrubá-lo. Creditar a queda à Folha de São Paulo é bobagem.</p>
<p>- O antigo ministro do Turismo, Pedro Novais, é uma piada. É tipo o Severino Cavalcanti na presidência da Câmara. Ninguém sabe como chegou lá, mas todos sabiam que ia cair. Tanto que a própria PF tratou de tirá-lo.</p>
<p>- Alfredo Nascimento foi derrubado internamente. A Veja descobriu que ele ia cair, aí divulgou a notícia. Sua demissão já estava em andamento quando a imprensa divulgou.</p>
<p>- Wagner Rossi foi denunciado por alguém do próprio PMDB.</p>
<p>- Orlando Silva foi denunciado por um ex-comunista. Aliás, o próprio PC do B sabe que o problema no ministério do Esporte ainda está lá.</p>
<p>VAMOS PARAR COM ESSA PALHAÇADA &#8220;SUPER-IMPRENSA&#8221;, ENTÃO?</p>
<p>O militante de esquerda que critica Dilma pela saída dos ministros é fanático e cheio de teorias da conspiração do &#8220;PIG&#8221;. O militante da direita (sim, isso existe e está cheio em Blumenau) que comemora o &#8220;trabalho da imprensa&#8221; é apenas um fanático antilulista. Aceita Dilma por que ela não é pobre, nordestina, etc.</p>
<p>Não há como um coazizão que reúna PT-PMDB-PSB-PDT-PCdoB-PP-PR-PSD consiga governar sem conflitos internos. Preste bem atenção de onde surgiram as denúncias contra os ministros que caíram. Quase sempre de gente próxima, de dentro do governo.</p>
<p>O próximo ministro a cair também estará nesta situação. O partido não o quer e já tentou derrubá-lo. Como não conseguiram, irão buscar um escândalo público&#8230;aí Dilma mandará embora, pois ela já deixou claro que gente encrencada não fica no ministério.</p>
<p>É inacreditável que parte da esquerda acredite que Dilma esteja se distanciando de Lula. Pior: querem a volta dele em 2014. Será que a história do Brasil não serve de lição?</p>
<p>Palpite deste blogueiro. Dilma concorrerá a reeleição e terá outro candidato a vice. Ele será de um partido da base aliada que fingiu independência, mas para conquistar mais espaço. Esse partido vai trazer parte da oposição junto.</p>
<p>E o Michel Temer? Bom, que me desculpe o Tarciso Souza, colunista do Controversas, mas confiar no PMDB é um negócio complicado. A Veja não tem força para derrubar a Dilma. A imprensa inteira unida, o PIG como alguns gostam de chamar, também não. Somente o PMDB pode fazer isso. Quem mandou entregar a vice-presidência para eles&#8230;</p>
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		<title>AI-5 Digital pode ser votado nesta quarta-feira</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 01:54:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Portal Controversas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[AI-5 Digital]]></category>
		<category><![CDATA[censura]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Azeredo]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Blog Mega Não: O atual deputado Eduardo Azeredo (PSDB) vai tentar votar o famigerado Ai5 Digital, o PL84/99, nesta quarta feira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>Do blog <a href="http://meganao.wordpress.com/2011/10/24/azeredo-vai-tentar-votar-o-ai5-digital-nesta-quarta/" target="_blank">Mega Não</a></em></strong></p>
<div id="attachment_4878" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/10/azeredo.jpg"><img class="size-medium wp-image-4878" style="margin: 2px;" title="azeredo" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/10/azeredo-300x125.jpg" alt="" width="300" height="125" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Agência Brasil</p></div>
<p>O atual deputado Eduardo Azeredo (PSDB) vai tentar votar o <strong><a href="http://www.camara.gov.br/internet/ordemdodia/integras/931681.htm" target="_blank">famigerado Ai5 Digital</a></strong>, o PL84/99, nesta quarta feira dia 26/10 na CCTCI, mesmo sem o devido conhecimento de mérito dos integrantes da comissão e mesmo sob toda polêmica a cerca do projeto e ignorando completamente o fato do <strong><a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=517255" target="_blank">Marco Civil, o PL 2126/11</a></strong> já estar tramitando na Câmara.</p>
<p>E pior, no melhor estilo que lhe é peculiar, o Azeredo aproveita-se de que todos os focos dos ativistas e dos parlamentares progressistas estão focados na<strong> </strong><a href="http://desculpeanossafalha.com.br/associacao-dos-donos-de-jornais-recusa-convite-da-audiencia-folhaxfalha-mas-oad-e-febnaj-vao-vai-ser-4%C2%AA-agora-ajude-a-divulgar/"><strong>audiência pública da Folha x Falh</strong>a</a> (neste mesmo dia) para tentar votar seu cavalo de troia. Vamos dar um Mega Não!</p>
<p><strong>Como está na pauta:</strong></p>
<blockquote><p>B – Proposições Sujeitas à Apreciação do Plenário:</p>
<p>URGENTE</p>
<p>3 -PROJETO DE LEI Nº 84/99 – do Sr. Luiz Piauhylino – que “dispõe sobre os crimes cometidos na área de informática, suas penalidades e dá outras providências”.</p>
<p>RELATOR: Deputado EDUARDO AZEREDO.</p>
<p>PARECER: pela APROVAÇÃO do Substitutivo do Senado Federal, da seguinte forma: pela aprovação dos artigos 3º, 4º, 8º, 11, 14, 15, 19 e 23 do Substitutivo do Senado; pela aprovação da ementa do substitutivo, exceto as expressões “de rede de computadores, ou” e “dispositivos de comunicação ou”;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>pela aprovação do art. 1º, exceto as expressões “de rede de computadores, ou” e “dispositivos de comunicação ou”; pela aprovação do art. 2º, exceto as expressões “rede de computadores, dispositivo de comunicação ou” referentes ao art. 285-A do Decreto-Lei nº 2848, de 7 de dezembro de 1940 e das expressões “rede de computadores, dispositivo de comunicação ou” referentes ao art. 285-B do Decreto-Lei supracitado; pela aprovação do art. 5º, exceto as expressões “dispositivo de comunicação, rede de computadores, ou” no caput do art. 163-A do Decreto-Lei supra e das expressões “de dispositivo de comunicação, de rede de computadores, ou” no § 1º do mesmo dispositivo; pela aprovação do art. 6º, exceto as expressões “a rede de computadores, dispositivo de comunicação ou”, do inciso VII do art. 171, § 2º do Decreto-Lei supra; pela aprovação do art. 7º, exceto as expressões “dispositivo de comunicação, rede de computadores ou” do art. 265 e as expressões “de dispositivo de comunicação, de rede de computadores” do art. 266, ambos referentes ao Decreto-Lei supra; pela aprovação do art. 9º, restabelecendo em aditamento o parágrafo único do art. 298 do Decreto-Lei supra, conforme art. 7º do Projeto de Lei nº 84, de 1999; pela aprovação do art. 10, exceto as expressões “a rede de computadores, dispositivo de comunicação ou” do art. 251, inciso VI do Decreto-Lei nº 1.001, de 21 de outubro de 1969; pela aprovação do art. 12, exceto as expressões “dispositivo de comunicação, rede de computadores, ou” no caput do art. 262-A e das expressões “de dispositivo de comunicação, de rede de computadores, ou” do §1º do mesmo dispositivo do Decreto-Lei supra; pela aprovação do art. 13, exceto as expressões “rede de computadores, dispositivo de comunicação ou” do art. 339-A e das expressões “a rede de computadores, dispositivo de comunicação ou” do art. 339-B do Decreto-Lei supra;</p>
<p>pela aprovação do art. 16, exceto incisos I e III e ainda, a expressão “uma rede de computadores” e a expressão “ou dispositivo de comunicação” do inciso VI; pela aprovação do art. 17, exceto as expressões “o dispositivo de comunicação, a rede de computadores”;</p>
<p>pela aprovação do art. 18, exceto as expressões “rede de computadores, dispositivo de comunicação ou”; pela aprovação do art. 21, exceto as expressões “rede de computadores, dispositivo de comunicação ou”; pela aprovação do art. 22, exceto o inciso III e os §§ 2º e 3º, que são pela rejeição; pela rejeição do art. 20 do substitutivo do Senado Federal ao Projeto de Lei nº 84, de 1999.</p></blockquote>
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		<title>#jornalistas interditados</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 13:13:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Portal Controversas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[censura]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[O jornalista deve ter o direito de manifestar a sua opinião nas redes sociais, independente do veículo em que trabalha? Veja o artigo do jornalista Leandro Fortes sobre o assunto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>POR LEANDRO FORTES,</em></strong><br />
<strong><em>blog <a href="http://brasiliaeuvi.wordpress.com/" target="_blank">Brasília, Eu Vi </a></em></strong></p>
<p>As relações arcaicas que ainda prevalecem nas redações brasileiras, sobretudo naquelas ancoradas nos oligopólios familiares de mídia, revelam um terrível processo de adaptação às novas tecnologias no qual, embora as empresas usufruam largamente de suas interfaces comerciais, estabeleceu-se um padrão de interdição ideológica dos jornalistas. Isso significa que a adequação de rotinas e produtos da mídia ao que há de mais moderno e inovador no mercado de informática tem, simplesmente, servido para coibir e neutralizar a natureza política da atividade jornalística no Brasil.</p>
<p>Baseados na falsa noção de que o jornalista deve ser isento, as grandes empresas de comunicação criaram normas internas cada vez mais rígidas para impedir a livre manifestação dos jornalistas nas redes sociais e, assim, evitar o vazamento do clima sufocante e autoritário que por muitas vezes permeia o universo trabalhista da mídia. Em suma, a opinião dos jornalistas e, por analogia, sua função crítica social, está sendo interditada.</p>
<p>Recentemente, a ombudsman da Folha de S.Paulo, Suzana Singer, opinou que jornalista não deveria ter Twitter pessoal. Usou como argumento o fato de que, ao tuitar algo “ofensivo”, o jornalista corre o risco de, mais para frente, ter que entrevistar o ofendido. A preocupação da ombudsman tem certa legitimidade funcional, mas é um desses absurdos sobre os quais me sinto obrigado a, de vez em quando, me debruçar, nem que seja para garantir o mínimo de dissociação entre a profissão, que tem caráter universal, e os guetos corporativos onde, desde os anos 1980, um sem número de manuais de redação passaram a ditar todo tipo de norma, inclusive comportamental, sobretudo para os repórteres.</p>
<p>Suzana Singer deu um exemplo prosaico, desses com enorme potencial para servir de<em>case </em>em cursinhos de formação de monstrinhos corporativos que pululam nas redações:</p>
<p>“Hoje o jornalista pode estar em um churrasco, com os amigos, e ser ofensivo com os palmeirenses porque eles ganharam o jogo de domingo. E na semana seguinte ele tem que ir entrevistar o presidente do Palmeiras. Ou seja, é uma situação muito desagradável, que poderia ter sido evitada se o repórter tivesse a postura adequada de não misturar as coisas. Não tem como ter dupla personalidade, separar a sua vida pessoal da profissional, assim como não dá para ter duas contas no twitter”.</p>
<p>Bom, primeiro é preciso esclarecer duas coisas, principalmente para os leitores desse blog que não são jornalistas: é possível, sim, separar a vida pessoal da profissional; e, claro, dá para ter duas contas no twitter. Essa história de que jornalista tem que ser jornalista 24 horas é a base do sistema de exploração trabalhista que obriga repórteres, em todo o Brasil, a trabalhar sem hora extra, ser incomodado nas férias e interrompido nos fins de semana, como se fossem cirurgiões de guerra. Também é responsável, na outra ponta, por estimular jornalistas que se tornam escravos de si mesmo, ao ponto de, mesmo em festas de crianças e batizados de bonecas, passarem todo tempo molestando alguma fonte infeliz que calhou de freqüentar o mesmo espaço.</p>
<p>A interdição imposta aos jornalistas pelas empresas de comunicação tem servido, entre outras coisas, para a despolitização das novas gerações de repórteres, instadas a acreditar que são meros repassadores de notícias e tarefeiros de redações. Desse triste amálgama é que surgem esses monstrinhos entusiasmados com teses fascistas, bajuladoras profissionais e bestas-feras arremessados sobre o cotidiano como cães raivosos, com carta branca para fazer, literalmente, qualquer coisa.</p>
<p>Não causa mais estranheza, mas é sempre bom expor o paradoxo dessa posição da ombudsman, que não é só dela, mas do sistema na qual ela está inevitavelmente inserida, desde que o pensamento reacionário e de direita passou a ser bússola fundamental da imprensa brasileira. Digo paradoxo porque o mesmo patronato que confunde, deliberadamente, liberdade de expressão com liberdade de imprensa, para evitar a regulação formal da atividade midiática, é esse que baixa norma sobre norma para impedir seus funcionários de se manifestarem no ambiente de total liberdade das redes sociais, notadamente o Twitter e o Facebook. Não o fazem, contudo, por zelo profissional.</p>
<p>Essa interdição visa, basicamente, evitar que os jornalistas opinem, publicamente, sobre a própria rotina e, assim, exponham as mazelas internas das corporações de mídia. Ou que expressem opiniões contrárias à de seus patrões. Foi assim, por exemplo, no caso da bolinha de papel na cabeça de José Serra, na campanha de 2010. Aquela farsa ridícula foi encampada, sem nenhum respeito ao cidadão consumidor de notícia, por quase toda a imprensa, por imposição editorial. Diversos colegas jornalistas, alguns que sequer conheço, me mandaram mensagens (um me abordou numa livraria de Brasília) implorando para que eu tratasse do assunto nas redes sociais. Todos me informaram que seriam demitidos sumariamente se contestassem, no Twitter e no Facebook, a tese patética do segundo ataque com um rolo de fita crepe. Todos, sem exceção.</p>
<p>A ética do jornalista é a ética do cidadão, dizia um grande jornalista brasileiro, Cláudio Abramo, aliás, responsável pela modernização de O Estado de S.Paulo e da Folha, nos anos 1960 e 1970. Portanto, nada mais natural que tenha o jornalista os mesmos direitos do cidadão, aí incluído o de se expressar. Impedi-lo, sob um argumento funcional, de exercer seu direito de opinião e crítica é, no fim das contas, mais um desses sinais de decadência moral da mídia brasileira. E, claro, retrato fiel do que ela se tornou nos últimos anos.</p>
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		<title>Marcha contra a corrupção não existe!</title>
		<link>http://controversas.com/midia/marcha-contra-a-corrupcao-nao-existe/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 04:57:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Nem contra o presidente da CBF. A população não quer lutar contra isso. Mas a mídia brasileira não aprende e insiste em criar um Brasil que não existe. A imprensa acha que contribui para o desenvolvimento do país...apenas acha...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Vamos combater a corrupção! O Brasil unido contra a ladroagem em Brasília!</em></p>
<p>Tudo bogabem. A marcha contra a corrupção em São Paulo, organizada pelo Facebook, reuniu 700 pessoas segundo a Folha de São Paulo. Um número ridículo se comparar com o tamanho da cidade. Alguns veículos de comunicação fizeram campanha aberta a favor da marcha, e mesmo com toda a divulgação, o evento foi um fracasso.</p>
<p>Quer dizer, então, o que o povo brasileiro não quer lutar contra a corrupção? Claro que não! Quem tem telhado de vidro não atira pedras. A desonestidade faz parte da nossa cultura. É o famoso &#8220;jeitinho brasileiro&#8221; de se resolver as coisas. Ora, quem rouba R$ 1  rouba R$ 1 milhão se tiver acesso. O crime é o mesmo, muda a escala.</p>
<p>Podemos dizer a mesma coisa dos protestos contra o presidente da CBF, Ricardo Teixeira. Cadê eles? Cadê as torcidas deixando de ir ao estádio em protesto? Faixas isoladas em alguns jogos não significam nada. Os torcedores estão preocupados com o seu time e não com a organização do futebol brasileiro.</p>
<p>Devemos ficar com raiva com os recentes escândalos divulgados em Brasília? Não, devemos comemorar! Por que? Porque eles FINALMENTE ESTÃO SENDO REVELADOS. A corrupção na política sempre existiu e agora, com a população mais informada, está mais difícil esconder. Isto é um avanço. O próximo passo é punir aqueles que forem descobertos.</p>
<p>A democracia brasileira é jovem e vive uma fase de transformação. O Brasil é um dos países com maior desigualdade no mundo. Ainda temos pessoas vivendo na miséria, cidadãos que não sabem se irão comer amanhã, sem perspectiva de futuro.</p>
<p>Alguns jornalistas divulgaram que as redes sociais derrubaram o ditador egípcio Hosni Mubarak. O facebook pode até ter sido uma ferramenta, mas o que fez a população ir para as suas e exigir a saída do governo foi a fome, a miséria em que vivia a maioria da população.</p>
<p>Vamos acabar com a corrupção? Sim, vamos exigir uma educação de qualidade. Vamos agir por uma mudança de cultura, de hábitos. Até o começo do ano, tinha professores em Santa Catarina ganhando menos de dois salários mínimos. E eu não vi a população saindo nas ruas para protestar. Houve até quem chamasse os professores que entraram em greve de vagabundos&#8230;</p>
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		<title>Democratização da mídia? Somente pela INTERNET</title>
		<link>http://controversas.com/midia/democratizacao-da-midia-somente-pela-internet/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 03:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[controle social da mídia]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[marco regulatório]]></category>

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		<description><![CDATA[Democratização da mídia através de leis, de controle social? Bobagem! Utopia que não leva a lugar nenhum. A democratização só pode ocorrer com o crescimento da internet.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O assunto está de volta. O congresso do PT abordou assunto como &#8220;um marco regulatório para a mídia&#8221; no país e o tal &#8220;controle social&#8221; entrou novamente na pauta. De um lado, petistas falando em &#8220;democratização&#8221;. Do outro, a grande imprensa falando em &#8220;censura&#8221;. Abaixo, a opinião deste controverso jornalista blogueiro.</p>
<p>&#8212;-</p>
<p>Antes de mais nada é preciso lembrar que o Brasil já possui uma LEGISLAÇÃO PARA A MÍDIA. Óbvio, para tudo no país existe regras. Essa legislação decide que empresas de comunicação brasileiras podem ter no máximo 30% do capital estrangeiro. Grupos com concessão de rádio ou TV em uma cidade não podem ser dona de TV a Cabo, entre outras regras.</p>
<p>Atualizar essa legislação é algo positivo. Desde que a internet entrou com força no país, o cenário anda meio bagunçado. O Brasil precisa mais que um marco regulatório para a mídia, precisa de um marco regulatório para a INTERNET, um assunto que vem sendo discutido a muito tempo, mas que não avança por conflitos de interesses.</p>
<p>CONTROLE SOCIAL DA MÍDIA é outra coisa. Ou melhor, pode ser interpretado de várias formas. E quase todas as versões que li a respeito do assunto achei utópicas, foras da realidade.</p>
<p>Um veículo de comunicação tem todo o direito de se posicionar a favor ou contra um governo. Se ele ultrapassar os limite da ética e divulgar uma informação com calúnia, injúria ou difamação de alguém, PROCESSO NO VEÍCULO. E que os responsáveis pela informação paguem pelo crime.</p>
<p>Eu era anarquista na adolescência e sempre me posicionei contra qualquer tipo de  mecanismo de controle prévio. Liberdade acima de tudo. Quem erra, que pague pelo erro depois.</p>
<p>Querem democratizar a mídia? Levem internet de qualidade a TODOS OS CIDADÃOS BRASILEIROS E ENSINEM ELES A USAR. A verdadeira democratização da informação é pela grande rede, onde TODOS PODEM SER O EMISSOR DA INFORMAÇÃO.</p>
<p>O partido que hoje fala em controle social da mídia, é aquele que recebeu o apoio de diversos blogueiros em todo o país na eleição do ano passado. Os tais &#8220;blogs sujos&#8221; funcionaram como contraponto aos grandes veículos de comunicação, onde quase todos apoiaram o candidato da oposição. O resultado da eleição e a recuperação da candidata governista no Centro-Sul no segundo turno são provas que a atuação dos blogueiros funcionou.</p>
<p>O mesmo partido que fala em controle social da mídia, é aquele que detém o Ministério das Comunicações, que recentemente apresentou um projeto de banda larga popular ridículo, que pouco ajudará na inclusão digital no país.</p>
<p>O jornalismo da Veja é escroto? Eu não gosto nenhum pouco. A matéria do José Dirceu publicada no fim de agosto chega a ser cômica. Parece que a redação da revista tem uma obsessão pelo ex-ministro, uma paixão não correspondida.</p>
<p>Mas a Veja tem todo o direito de ser contra o governo. Já diria Millôr Fernandes &#8220;imprensa é oposição, o resto é armazém de secos e molhados&#8221;.</p>
<p>UMA LEGISLAÇÃO ATUALIZADA, SIM<br />
CONTROLE SOCIAL, NÃO! Vamos parar com essa bobagem, essa utopia, por favor?</p>
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