Blumenau por outro ângulo
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  • 22 de agosto de 2011

    Não quero-quero aeroporto em Blumenau

    A rodoviária de Blumenau está abandonada e já até pensaram em privatizar. Enquanto isso, eles pensam em recuperar com dinheiro público, o aeroporto de Blumenau, um elefante branco que nunca dará certo.

    Giovanni Ramos - contato@controversas.com

    Saiu no blog do Pancho, colunista de economia do Santa:

    Engenheiros da Secretaria de Estado da Infraestrutura fazem um levantamento da atual situação do Aeroporto Quero-Quero, em Blumenau. O objetivo é verificar como o governo do Estado pode ajudar nas melhorias da estrutura.
    O secretário Valdir Cobalchini diz que o relatório dos engenheiros deve estar concluído em setembro:
    — O aeroporto tem inúmeraslimitações, mas vamos ajudar no que for tecnicamente possível. 

    De novo, não! De novo, não!

    A rodoviária de Blumenau está abandonada. Suja, escura, perigosa a ponto de a Caixa Econômica Federal não querer deixar mais um caixa eletrônico por lá, após um roubo. E a Prefeitura chegou a pensar em privatizar o espaço, que é público e essencial para a cidade.

    O aeroporto de Blumenau não serve para nada. Pequeno demais, fora de uso há um bom tempo e  fica no centro de um bairro que consta no Plano Diretor como área para desenvolvimento urbano. Mesmo assim, há gente na cidade interessada em levar aquilo adiante.

    Como a Prefeitura (corretamente) não parece interessada em investir dinheiro público naquilo, foram atrás do governo estadual. Vale lembrar que o Seterb é quem gasta anualmente para manter “aquilo” sem uso.

    O Portal Controversas tem uma sugestão: PRIVATIZEM LOGO ESSE AEROPORTO. O mais prudente seria vender o terreno para outra finalidade, mas se os empresários querem tanto, que comprem o espaço.

    Está na hora de Blumenau acabar com essa social democracia inversa, que planeja privatizar o essencial (rodoviária, esgoto) e manter o supérfluo (centro de eventos, aeroporto) nas mãos do poder público.

    Rodoviária está abandonada. Foto: Giovanni Ramos/PC


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