Expediente
editor: GIOVANNI RAMOS
Jornalista de 26 anos, formado na Universidade do Vale do Itajaí em 2006, possui cinco anos de experiência na área, tendo atuado em meios de comunicação como Jornal de Santa Catarina, ClicRBS, Diário Catarinense e Itajaí News. Atualmente trabalha também como repórter de política do jornal O Correio do Povo, de Jaraguá do Sul.
O editor criou o Controversas em 2007, quando ainda se chamada Controvérsias Pitorescas. No meio digital, é responsável também pelo projeto Botequim Literário e co-autor do blog Bastidores, do jornal O Correio do Povo.
.
.—-
colunista: FÁBIO RICARDO
Jornalista graduado pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali). Já atuou nos principais veículos de comunicação impressa de Blumenau, como Jornal de Santa Catarina, Jornal Folha de Blumenau e nas revistas da Mundi Editora. Tem experiência em radiojornalismo (rádios Nereu Ramos, Univali FM e Rádio Verão FM) e em webjornalismo, trabalhando atualmente como editor de Cultura do portal Análise em Foco. Está cursando MBA em Jornalismo Digital, pela Universidade Internacional de Curitiba. É hoje um dos mais antigos blogueiros em atuação da cidade.
É membro da Sociedade Escritores de Blumenau (SEB), idealizador do projeto de literatura virtual Duelo de Escritores, criador e editor do site de críticas gastronômicas Guia do Gastrossexual, professor de Radiojornalismo e Fotojornalismo e palestrante nas áreas de Comunicação da Viax Educação.
.
.—-
colunista: PAULO ROBERTO
Natural de Jaraguá do Sul, mas blumenauense de pai e mãe, é formado em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Univali (Itajaí). Acha o cúmulo a forma como as pessoas aceitam aquilo que lhe é informado, sem a devida contestação. Por isso, não acredita no Papai Noel, Saci-Pererê, Jesus Cristo, na Social-Democracia no Brasil e nas leis que tentam fazer com que as pessoas deixem de ser pessoas.
Já trabalhou como repórter em jornal impresso diário (O Atlântico, de Itapema/SC), locutor de rádio (Univali FM). Como tem as suas contas para pagar, trabalha no Banco “do Brasil”. Por estar no olho do furacão, virou diretor (não licenciado) de Imprensa e Comunicação do Sindicato dos Bancários de Blumenau e Região, onde aprendeu sobre (e entendeu) a luta de classes. Acredita que, um dia, seja possivel o homem deixar de ser o lobo do homem e a vida seja, ao menos, um pouco mais justa. Considera estar fazendo, a cada momento, a sua parte para que isso aconteça.
.
.—-






