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	<title>Portal Controversas &#187; aeamvi</title>
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	<description>Blumenau por outro ângulo</description>
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		<title>Bastidores &#8211; CPI da Mijada?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 00:46:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bastidores]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[aeamvi]]></category>
		<category><![CDATA[CPI da Mijada]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[greve]]></category>
		<category><![CDATA[transporte coletivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Há denúncias de irregularidades até para contratação de banheiros químicos. Veja esse e outros assuntos da política local e comentários do cenário nacional na coluna Bastidores]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>MIJADA</strong></p>
<p>O vereador Vanderlei de Oliveira (PT) protocolou um pedido de CPI na Câmara, para investigar denúncias de irregularidades na contratação dos banheiros químicos da Oktoberfest. Quando eu li isso, comecei a rir. E não é que existe uma denúncia mesmo? As informações é que a empresa vencedora da licitação já havia instalado os banheiros ANTES DO PREGÃO. Até na hora de mijar, as coisas são feitas de forma nebulosa em Blumenau&#8230;</p>
<p><strong>GREVE</strong></p>
<p>Blumenau deverá ter mais uma greve do transporte coletivo nos próximos meses. As negociações salariais já começaram e não estão andando. Motivo: o Consórcio Siga não quer atender as reivindicações dos trabalhadores, já que eles não puderam aumentar a tarifa este ano (a tentativa foi derrubada pela Justiça).</p>
<p>A situação é tensa. E enquanto isso, o prefeito quer tirar o seu da reta com um projeto de lei que passa TODA A RESPONSABILIDADE do aumento da tarifa para o Contranblu. Já abordamos o assunto diversas vezes por aqui: o problema de Blumenau não é o preço da passagem e sim a qualidade do serviço.</p>
<p><strong>ELEIÇÃO</strong></p>
<p>No próximo dia 8 (terça-feira) tem Assembleia Geral e eleição da diretoria da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Médio Vale do Itajaí (Aeamvi). O assunto interessa a toda a sociedade, pois a entidade vem prestando excelentes serviços a sociedade blumenauense, principalmente na fiscalização de obras públicas.</p>
<p><strong>GOVERNO</strong></p>
<p>A primeira ação do PSD em Brasília, depois de formado, foi declarar apoio ao governo federal na votação da DRU (Desvinculação das Receitas da União). E tem gente que acreditou no papo de &#8220;independência&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Colombo e o projeto Jica</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 01:26:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[aeamvi]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Colombo]]></category>
		<category><![CDATA[Jica]]></category>

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		<description><![CDATA[Associação dos Engenheiros e Arquitetos critica entrevista do governador na TV Legislativa por desrespeitar a engenharia brasileira ao falar da parceria com os japoneses]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong>TEXTO PUBLICADO ORIGINALMENTE NO SITE DA AEAMVI</strong></p>
<p>Em entrevista a TVL de Blumenau, o Governador de Santa Catarina Raimundo Colombo demonstra desconhecimento do trabalho da área técnica de seu Estado. Mostra despreparo para lidar com os problemas de insustentabilidade do Estado, e mal assessorado, diz que japoneses são os melhores técnicos do mundo, justamente em áreas nas quais nossos engenheiros, pesquisadores e cientistas são especialistas. Profundos conhecedores, divulgaram com muita antecedência a ocorrência dos eventos que estão se processando, tendo apresentado, sem sucesso, as ações necessárias a serem tomadas pelo poder público.</p>
<p>A área técnica, as instituições de engenharia e de ensino de Santa Catarina, durante vários anos, têm apresentado estudos e propostas altamente balizadas para a prevenção dos desastres socioambientais, o planejamento e as ações que visam à sustentabilidade do Estado. No entanto, os desastres se repetem, algumas vezes se tornam mais intensos, e as ações necessárias não são implementadas. Não por falta de técnica, mas por falta de vontade e de competência política.</p>
<div>Medidas muito mais avançadas que as propostas agora por técnicos estrangeiros têm sido apresentadas sistematicamente pela classe técnica de Santa Catarina e brasileira às autoridades e a toda sociedade. Enquanto estrangeiros ainda estudam os fenômenos, engenheiros locais têm há muito tempo consolidado o entendimento sobre os fenômenos recorrentes em Blumenau, Vale do Itajaí e em Santa Catarina, já tendo apresentado às autoridades por diversas vezes as medidas necessárias a serem implementadas.</div>
<div>Nada foi feito, mesmo com a alta capacitação técnica dos especialistas de Santa Catarina, porque (salvo raras exceções) a classe política está muito atrasada, tentando implementar medidas ultrapassadas e incompletas, mostrando total despreparo, como demonstrou o governador.</div>
<div><em>“Não podemos silenciar nem tolerar mais estes equívocos, pois a população está pagando muito caro, com um sofrimento desnecessário, em função da incompetência e do despreparo político”, afirma o presidente da AEAMVI, engenheiro civil Juliano Gonçalves.</em></div>
<div>É importante que o Senhor Governador saiba que nos  anos de 2006 a 2008, nossa entidade divulgou amplamente na mídia local nossos estudos e pesquisas, levando ao conhecimento de autoridades e de toda a sociedade que estava se configurando uma situação de alto risco, e que nossa região se encontrava na iminência de uma catástrofe de grandes proporções, devido à ocupação desordenada, à falta de planejamento e fiscalização, à irregularidade e ilegalidade das construções, inclusive de obras públicas. Divulgamos, também, que as ações e as providências não poderiam ser efetuadas a longo prazo, sob pena de que vidas humanas seriam perdidas. Lamentavelmente não fomos ouvidos na ocasião, e no mês de novembro de 2008 tivemos o grande desastre socioambiental que culminou com enorme destruição, atingindo praticamente 100% dos sistemas de nossa sociedade, com perdas irreparáveis. Ressalte-se que <strong>a abrangência do desastre e o caos que se configurou, bem como as perdas humanas, poderiam ter sido evitados, se a classe técnica e nossas instituições tivessem sido ouvidas e se as medidas recomendadas fossem implementadas.</strong></div>
<div>Logo após esses eventos, em 12/12/2008, <strong><span style="text-decoration: underline;">emitimos documento ao Senhor Governador do Estado</span></strong> apontando as causas, as consequências e as ações necessárias que deveriam ser tomadas para a solução definitiva dessas demandas. Não estranhamos apenas o fato de que nossa entidade sequer obteve resposta ou retorno, mas também o fato de que a sociedade catarinense também não obteve resposta.</div>
<div>Ressaltamos que nenhuma ação concreta para evitar uma nova situação tão avassaladora foi implementada nesses anos que se passaram. Muito pelo contrário, <strong>várias ações do poder público, inclusive municipal, ocorreram exatamente ao contrário do recomendado pela classe técnica.</strong></div>
<div>O resultado da omissão governamental estamos vivendo novamente com as enchentes e deslizamentos de agosto e setembro deste ano de 2011.</div>
<div>Não podemos deixar de registrar que entendemos lamentável a entrevista do Governador para a TVL (TV Legislativa de Blumenau, em 09/09/2011), que demonstra que o Governador deveria ter se informado melhor sobre assunto tão importante quando assumiu o comando do Estado de Santa Catarina. Ele mesmo afirma na citada entrevista que não havia aprofundado o estudo sobre o assunto, o que, no entanto, deveria ter feito antes de dar a entrevista.  Lamentamos também que provavelmente suas afirmações foram baseadas em informações de seus assessores, que ao lhe orientarem nesse sentido demonstram uma incompetência preocupante, pois serão esses assessores que nortearão as ações no Estado.</div>
<div>Nota-se, também, que o continuísmo das ações equivocadas do governo anterior nos conduzirá exatamente aos mesmos resultados, constatados neste mês de setembro. Portanto, recomenda-se que o Senhor Governador faça diferente do que o governo ao qual dá continuidade, para obtermos outros resultados.</div>
<div>Não, Senhor Governador! Diferente do que Vossa Excelência afirmou, os técnicos japoneses não são os melhores do mundo nessa área. Muito pelo contrário! Nos eventos que ocorrem em Blumenau e região, eles desconhecem os elementos essenciais para poder orientar ou projetar qualquer obra social, de engenharia, de urbanização ou plano diretor, não estando capacitados para atuar em nossa região nessas áreas, pois os eventos que ocorrem no Japão (onde eles são especialistas) são muito diferentes dos que ocorrem em Santa Catarina.</div>
<div>Sequer as atividades desempenhadas creditadas aos estrangeiros citados podem ser efetuadas, sem que haja um profissional <strong>brasileiro</strong> emitindo responsabilidade técnica pelos trabalhos desenvolvidos. E se não o fizerem, estarão exercendo ilegalmente a profissão, em franca contravenção penal, conforme entendimento já consolidado pelos órgãos fiscalizadores de Santa Catarina.</div>
<div>Inclusive, é importante destacar ao Senhor Governador, que os  “especialistas” que Vossa Excelência citou, estão atuando na causa errada, podendo tornar  inócuas eventuais ações governamentais, e em muitos casos até agravando os problemas ou causando impactos desnecessários, tal é a restrição do conhecimento deles sobre os problemas regionais e sobre os elementos que ensejaram as tragédias que estamos vivenciando.</div>
<div>Ressalte-se, conforme foi noticiado, que o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí, avaliou o estudo apresentado pela Agência de Cooperação JICA, em fevereiro, e rejeitou grande parte das propostas. O que foi aprovado foram questões óbvias, elementares, que há muito já haviam sido apresentadas, sendo que a maioria qualquer estudante de engenharia brasileiro já sabe de cor.</div>
<div>Se o Senhor Governador quiser montar uma estrutura com os melhores técnicos do mundo nessa área, capazes de orientar em projetos reais, eficientes, que equacionem e em muitos casos resolvam as demandas que estão se apresentado, precisa saber que <strong>em Santa Catarina e no próprio Vale do Itajaí, existem técnicos altamente capacitados, especialistas que estão entre os melhores do mundo e que conhecem detalhadamente as questões políticas, sociais, históricas, técnicas, econômicas das regiões e do Estado, fundamentais para nortear as soluções para as demandas atuais</strong>. Esses profissionais, Senhor Governador, têm estudado por décadas os fenômenos que ocorrem neste Estado, já tendo publicado, inclusive, centenas de livros, artigos, documentos, mapas, estudos, projetos. Para conhecê-los, basta ir a qualquer boa biblioteca da região.</div>
<div>São técnicos, cientistas e pesquisadores das universidades e instituições de ensino como a FURB, UNIVALE, UFSC, IFSC, UNOCHAPECÓ, UNC, UDESC, UNESC, UNOESC, UNISUL, UNIASSELVI, entre outras; das entidades de classe profissionais como a AEAMVI, ABENC, ACEST, ACE, ACEAG, ACEM, ACEF, ACESA, ACEA, AEVC, AEASC, ADEAC, AECOM, AEAJS, ASSENAR, AEAVI, AEAO, AEAPLAN, AEFSUL, AEA, AJECI, AGESC, AREA, ASCEA, CEAJ, CESC, CEAB, IAB, SEAGRO, SENGE, entre outras; além dos profissionais altamente capacitados dos escritórios de engenharia locais, das empresas de engenharia, entre outros.</div>
<div>Recomendamos ao Senhor Governador que, antes de emitir juízo sobre os melhores do mundo, primeiro tome conhecimento dessas instituições e de seus profissionais e, principalmente, dos trabalhos desenvolvidos por eles.</div>
<div>Temos certeza de que, quando o Senhor  Governador se informar melhor, verá que os técnicos japoneses, nesse assunto, não são melhores do que os técnicos brasileiros e, especialmente, os de nossa região. Muito pelo contrário.</div>
<div>Talvez o Governo do Estado esteja procurando a coisa errada no Japão. Talvez os governadores japoneses sejam melhores que os nossos. Porque, com tanta dor e sofrimento causados ao povo, em virtude do descaso, equívocos e omissões governamentais, os governadores japoneses provavelmente iriam, em cadeia de televisão, pedir demissão, como o fez recentemente o primeiro ministro japonês após as tragédias daquele país. Humildemente pediu demissão.</div>
<div>Portanto, considerando que nós temos especialistas capacitados, capazes de equacionar, projetar, executar obras e projetos sociais e de engenharia para minimizar e, em muitos casos, até evitar as ocorrências que estão se repetindo, talvez, seja momento de pensar se não devemos buscar um governador japonês para orientar nossos governadores. Pois técnicos competentes e altamente capacitados nós temos. Políticos já nem tanto.</div>
<div>Aproveitamos o ensejo para dizer ao nosso Governador: conforme Vossa Excelência divulgava enfaticamente que as Secretarias de Desenvolvimento Regional eram cabides de emprego, agora que mudou de lado e manteve as ditas secretarias, talvez possa fazer diferente do antecessor, priorizando nas nomeações dessas secretarias TÉCNICOS, ao invés de políticos. Desta forma, reverteria o que foi publicado por analistas de nosso Estado (que talvez também em sua análise não sejam os melhores do mundo!) que nessas nomeações Vossa Excelência priorizou a política em detrimento da técnica. Se efetuasse essas alterações, essa mudança de postura, já daria um grande passo na solução dos problemas que estão se apresentando. Pense nisso!</div>
<div>Nós já pensamos nisso há muito tempo.</div>
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		<title>Aeamvi e o planejamento</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 11:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[aeamvi]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[Conciblu]]></category>
		<category><![CDATA[Seplan]]></category>

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		<description><![CDATA[A Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Médio Vale do Itajaí está em pé de guerra com a Secretaria de Planejamento. E isto não é de hoje.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho da Cidade de Blumenau (Conciblu) começou atrasado e com divergências entre a Prefeitura e a Sociedade Civil. O Conciblu foi criado para fiscalizar os projetos urbanos da cidade e é formado por integrantes de entidades e do poder público. A existência da cidade é uma exigência para conseguir recursos do Ministério das Cidades.</p>
<p>Semana passada, a Folha de Blumenau mostrou que a Uniblam (União Blumenauense de Associações de Moradores) entrou em conflito com a Secretaria de Planejamento por causa das indicações de entidades participantes do conselho.</p>
<p>Agora é a vez da Aeamvi (Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Médio Vale do Itajaí) apoiar a Uniblam e se afastar do Conciblu enquanto a Promotoria de Justiça não terminar um inquérito. O Sintrafite (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Fiação e Tecelagem de Blumenau) também se retirou.</p>
<p>Não é de hoje que a Aeamvi entra em conflito com o Planejamento da Prefeitura. A revisão do Plano Diretor já gerou discussão entre as partes. A questão agora é a indicação dos membros do conselho.</p>
<p>Em Jaraguá, o Comcidade já existe desde 2008.</p>
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		<title>AEAMVI questiona prefeitura de Blumenau</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 13:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Ricardo - fabio@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Tragédia 2008]]></category>
		<category><![CDATA[aeamvi]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[ciclovias]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentro da edição desta quinta-feira do jornal Folha de Blumenau veio um exemplar do jornal Mutirão, da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Médio Vale do Itajaí (AEAMVI). O periódico, assinado por José Carlos Goes (mas que duvido que tenha sido escrito por ele) começa bem já na página 3, questionando as ciclovias blumenauenses. Na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dentro da edição desta quinta-feira do jornal <strong>Folha de Blumenau </strong>veio um exemplar do jornal <strong>Mutirão</strong>, da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Médio Vale do Itajaí (<strong>AEAMVI</strong>).</p>
<p>O periódico, assinado por José Carlos Goes (mas que duvido que tenha sido escrito por ele) começa bem já na página 3, questionando as <strong>ciclovias blumenauenses</strong>. Na arte, traz as aberrações ciclísticas que precisam ser feitas para pedalar na cidade, e ainda fecha o texto pontuando bem:</p>
<blockquote><p>“Copiar modelos pode não ser a solução”.</p></blockquote>
<p>Nas páginas seguintes, critica duramente a prefeitura de Blumenau (farei questão de escrevê-la em letras minúsculas) fazendo uma série de apontamentos sobre o<strong> Aniversário da Tragédia</strong>. O texto opina que “<em>lamentavelmente, muitas ações públicas têm sido efetuadas exatamente ao contrário do recomendado</em>”. Isso vindo de uma associação de arquitetos e engenheiros, certamente não pode passar em branco.</p>
<p>Leitura recomendada.</p>
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