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	<title>Portal Controversas &#187; artes</title>
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	<description>Blumenau vista por outro ângulo</description>
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		<title>O Fitub está de volta</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 03:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos eventos mais importantes do calendário blumenauense está de volta, após uma ano em silêncio (graças as nossas autoridades nas três esferas do poder): o Fitub (Festival Internacional de Teatro Universitário) vem para preencher um espaço que jamais poderia ter ficado vago. São sete espetáculos da mostra oficial, três convidados, três da mostra íbero-americana, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2536" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2010/07/teatro.jpg"><img class="size-medium wp-image-2536" style="margin: 2px;" title="teatro" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2010/07/teatro-300x225.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Carlos Gomes é o palco principal do Fitub</p></div>
<p>Um dos eventos mais importantes do calendário blumenauense está de volta, após uma ano em silêncio (graças as nossas autoridades nas três esferas do poder): o Fitub (Festival Internacional de Teatro Universitário) vem para preencher um espaço que jamais poderia ter ficado vago.</p>
<p>São sete espetáculos da mostra oficial, três convidados, três da mostra íbero-americana, sete da mostra blumenauense, dois para o paco sobre rodas e mais o espetáculo de abertura, nesta sexta, às 20h, no grande auditório do Teatro Carlos Gomes. As peças possuem um preço acessível de R$ 10 (inteira) e R$ 5 (estudante).</p>
<p>Promovido pela Furb desde 1986, o Fitub é de caráter educacional: as sete peças da mostra principal são de grupos universitários. Uma integração de acadêmicos com espetáculos para todo o público blumenauense. Além das peças, o Fitub conta ainda com apresentações musicais sem conta o salão centenário do Carlos Gomes, que durante os oito dias se transforma numa confraria de artistas e apreciadores das artes.</p>
<p>Aproveite o sábado e o domingo ou as noites durante a semana para ir ao Teatro Carlos Gomes. Uma oportunidade incomum em uma cidade que vive uma crise cultural, principalmente no que diz respeito às políticas públicas para o setor.</p>
<p>A programação completa do Fitub está disponível <strong><a href="https://www.furb.br/especiais/download/853840-710739/resumo%20da%20programacao.pdf" target="_blank">aqui</a></strong>.</p>
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		<title>Nazismo em cena</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 03:51:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
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		<category><![CDATA[fundação cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[temporada blumenauense]]></category>

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		<description><![CDATA[A Grande Parada, espetáculo da Temporada Blumenauense que estreia hoje na Fundação Cultural, abordará o nazismo. A peça do Grupo Viscera possui um texto adaptado de obras do dramaturgo Bertold Brecht.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2010/06/teatro-vis-ceras-a-grande-parada-93-12.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2419" style="margin: 2px;" title="teatro vis ceras a grande parada-93-12" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2010/06/teatro-vis-ceras-a-grande-parada-93-12-300x200.jpg" alt="" width="270" height="180" /></a>O cotidiano dos alemães durante o regime nazista estará em cena a partir desta quarta-feira na Fundação Cultural. O Grupo Víscera apresenta o espetáculo A Grande Parada, dentro da Temporada Blumenauense de Teatro. O espetáculo fica em cartaz até domingo, sempre às 20h.</p>
<p>Sob direção de Pepe Sedrez, o grupo Víscera levará ao palco uma peça a partir das obras do dramarturgo (e por que não sociólogo) Bertold Brecht, escritor que trouxe uma visão crítica na dramaturgia de forma única.</p>
<p>A Grande Parada<br />
De quarta a domingo, às 20h, na Fundação Cultural de Blumenau.<br />
Entrada: R$ 10 (inteira), R$ 5 (estudantes ou com o bônus)</p>
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		<title>Os novos colonos no Sesc</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 03:17:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte/Lazer]]></category>
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		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[sesc]]></category>

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		<description><![CDATA[Os artistas blumenauenses Bruno Bachmann, Everton Duarte e Nestor Jr estarão expondo a partir desta quarta-feira no Sesc do Centro. A mostra coletiva Novos Colonos - Linguagens Contemporâneas será aberta às 20h.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Sesc do Centro abre nesta quarta-feira, às 20h, a mostra coletiva Novos Colonos &#8211; Linguagens Contemporâneas. A exposição é dos artistas blumenauensess <strong><a href="http://www.flickr.com/photos/brunobachmann/" target="_blank">Bruno Bachmann</a></strong>, Everton Duarte e <a href="http://www.flickr.com/photos/nestorjr/" target="_blank"><strong>Nestor Jr</strong></a>.</p>
<p>A mostra ficará aberta ao público até o dia 16 de julho na Casa de Cultura atrás do prédio principal do Sesc.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2010/06/OBRA-DE-NESTOR-JR.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2415" title="OBRA DE NESTOR JR" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2010/06/OBRA-DE-NESTOR-JR.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a></p>
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		<title>Relatos da Escolinha de Artes</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 03:01:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[escolinha de artes]]></category>
		<category><![CDATA[fundação cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[A jornalista Magali Moser relata o protesto de pais e professores da Escolinha de Artes Monteiro Lobato, fechada desde o começo do ano, que pode parar na Fundação Pró-Família, longe da cultura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>POR MAGALI MOSER*</em></strong></p>
<p>Acompanhada da mãe, Poliana Gelak foi a primeira a chegar ao protesto organizado por pais, alunos e professores contra o fim da Escolinha de Artes Monteiro Lobato, dia 27 de maio, na prefeitura. A menina de oito anos estava matriculada no curso de balé clássico e insistiu para faltar à aula e poder participar da manifestação. Ela faz parte do grupo de 350 crianças prejudicadas com o fim da escolinha, vinculada à Fundação Cultural de Blumenau.</p>
<p>Desde o início do ano, elas aguardam pela retomada dos trabalhos. A prefeitura anunciou no início de maio que os alunos serão transferidos para a Fundação Pró Família. Mas a Associação de Pais e Professores (APP) da entidade protesta contra a medida, por entender que a escolinha perderá a identidade cultural.</p>
<p>&#8220;Não queremos perder o trabalho e o nome conquistado pela escolinha em 36 anos de atividades. Não teria condições de pagar um curso particular para ela&#8221; desabafa a mãe de Poliana, Maria de Fátima Gelak.</p>
<p>Com faixas e cartazes, os manifestantes reivindicaram mais atenção do poder público com a cultura da cidade. A transferência para a Fundação Pró Família representa o fim do trabalho artístico feito com as crianças.</p>
<p>&#8220;O problema não é a mudança de local. Não haveria problema, desde que não alterassem a proposta pedagógica e artística desenvolvida&#8221;, explica a professora de Teatro da Escolinha de Artes, Diva Allende.</p>
<p>A diretora da Escolinha de Artes Monteiro Lobato, Margitte Beck Waiduschat, também participou do movimento. Em discurso no plenário da Câmara de Vereadores, ela argumentou que o trabalho da escolinha é voltado para a experimentação cultural e não para questões assistenciais, como a Pró Família. Segundo Margitte, a Escolinha de Artes não será transferida, apesar das atividades serem oferecidas na Pró-Família:</p>
<p>&#8220;Após 36 anos, a escolinha fechará suas portas e cairá no esquecimento. Desfazer-se da estrutura de um trabalho realizado há 36 anos em nossa cidade, e que tinha cerca de 350 crianças matriculadas, é realmente decretar nosso fechamento&#8221;.</p>
<p style="text-align: right;"><em>* a autora é jornalista</em></p>
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