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	<title>Portal Controversas &#187; twitter</title>
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	<description>Blumenau vista por outro ângulo</description>
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		<title>#jornalistas interditados</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 13:13:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Portal Controversas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[censura]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[O jornalista deve ter o direito de manifestar a sua opinião nas redes sociais, independente do veículo em que trabalha? Veja o artigo do jornalista Leandro Fortes sobre o assunto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>POR LEANDRO FORTES,</em></strong><br />
<strong><em>blog <a href="http://brasiliaeuvi.wordpress.com/" target="_blank">Brasília, Eu Vi </a></em></strong></p>
<p>As relações arcaicas que ainda prevalecem nas redações brasileiras, sobretudo naquelas ancoradas nos oligopólios familiares de mídia, revelam um terrível processo de adaptação às novas tecnologias no qual, embora as empresas usufruam largamente de suas interfaces comerciais, estabeleceu-se um padrão de interdição ideológica dos jornalistas. Isso significa que a adequação de rotinas e produtos da mídia ao que há de mais moderno e inovador no mercado de informática tem, simplesmente, servido para coibir e neutralizar a natureza política da atividade jornalística no Brasil.</p>
<p>Baseados na falsa noção de que o jornalista deve ser isento, as grandes empresas de comunicação criaram normas internas cada vez mais rígidas para impedir a livre manifestação dos jornalistas nas redes sociais e, assim, evitar o vazamento do clima sufocante e autoritário que por muitas vezes permeia o universo trabalhista da mídia. Em suma, a opinião dos jornalistas e, por analogia, sua função crítica social, está sendo interditada.</p>
<p>Recentemente, a ombudsman da Folha de S.Paulo, Suzana Singer, opinou que jornalista não deveria ter Twitter pessoal. Usou como argumento o fato de que, ao tuitar algo “ofensivo”, o jornalista corre o risco de, mais para frente, ter que entrevistar o ofendido. A preocupação da ombudsman tem certa legitimidade funcional, mas é um desses absurdos sobre os quais me sinto obrigado a, de vez em quando, me debruçar, nem que seja para garantir o mínimo de dissociação entre a profissão, que tem caráter universal, e os guetos corporativos onde, desde os anos 1980, um sem número de manuais de redação passaram a ditar todo tipo de norma, inclusive comportamental, sobretudo para os repórteres.</p>
<p>Suzana Singer deu um exemplo prosaico, desses com enorme potencial para servir de<em>case </em>em cursinhos de formação de monstrinhos corporativos que pululam nas redações:</p>
<p>“Hoje o jornalista pode estar em um churrasco, com os amigos, e ser ofensivo com os palmeirenses porque eles ganharam o jogo de domingo. E na semana seguinte ele tem que ir entrevistar o presidente do Palmeiras. Ou seja, é uma situação muito desagradável, que poderia ter sido evitada se o repórter tivesse a postura adequada de não misturar as coisas. Não tem como ter dupla personalidade, separar a sua vida pessoal da profissional, assim como não dá para ter duas contas no twitter”.</p>
<p>Bom, primeiro é preciso esclarecer duas coisas, principalmente para os leitores desse blog que não são jornalistas: é possível, sim, separar a vida pessoal da profissional; e, claro, dá para ter duas contas no twitter. Essa história de que jornalista tem que ser jornalista 24 horas é a base do sistema de exploração trabalhista que obriga repórteres, em todo o Brasil, a trabalhar sem hora extra, ser incomodado nas férias e interrompido nos fins de semana, como se fossem cirurgiões de guerra. Também é responsável, na outra ponta, por estimular jornalistas que se tornam escravos de si mesmo, ao ponto de, mesmo em festas de crianças e batizados de bonecas, passarem todo tempo molestando alguma fonte infeliz que calhou de freqüentar o mesmo espaço.</p>
<p>A interdição imposta aos jornalistas pelas empresas de comunicação tem servido, entre outras coisas, para a despolitização das novas gerações de repórteres, instadas a acreditar que são meros repassadores de notícias e tarefeiros de redações. Desse triste amálgama é que surgem esses monstrinhos entusiasmados com teses fascistas, bajuladoras profissionais e bestas-feras arremessados sobre o cotidiano como cães raivosos, com carta branca para fazer, literalmente, qualquer coisa.</p>
<p>Não causa mais estranheza, mas é sempre bom expor o paradoxo dessa posição da ombudsman, que não é só dela, mas do sistema na qual ela está inevitavelmente inserida, desde que o pensamento reacionário e de direita passou a ser bússola fundamental da imprensa brasileira. Digo paradoxo porque o mesmo patronato que confunde, deliberadamente, liberdade de expressão com liberdade de imprensa, para evitar a regulação formal da atividade midiática, é esse que baixa norma sobre norma para impedir seus funcionários de se manifestarem no ambiente de total liberdade das redes sociais, notadamente o Twitter e o Facebook. Não o fazem, contudo, por zelo profissional.</p>
<p>Essa interdição visa, basicamente, evitar que os jornalistas opinem, publicamente, sobre a própria rotina e, assim, exponham as mazelas internas das corporações de mídia. Ou que expressem opiniões contrárias à de seus patrões. Foi assim, por exemplo, no caso da bolinha de papel na cabeça de José Serra, na campanha de 2010. Aquela farsa ridícula foi encampada, sem nenhum respeito ao cidadão consumidor de notícia, por quase toda a imprensa, por imposição editorial. Diversos colegas jornalistas, alguns que sequer conheço, me mandaram mensagens (um me abordou numa livraria de Brasília) implorando para que eu tratasse do assunto nas redes sociais. Todos me informaram que seriam demitidos sumariamente se contestassem, no Twitter e no Facebook, a tese patética do segundo ataque com um rolo de fita crepe. Todos, sem exceção.</p>
<p>A ética do jornalista é a ética do cidadão, dizia um grande jornalista brasileiro, Cláudio Abramo, aliás, responsável pela modernização de O Estado de S.Paulo e da Folha, nos anos 1960 e 1970. Portanto, nada mais natural que tenha o jornalista os mesmos direitos do cidadão, aí incluído o de se expressar. Impedi-lo, sob um argumento funcional, de exercer seu direito de opinião e crítica é, no fim das contas, mais um desses sinais de decadência moral da mídia brasileira. E, claro, retrato fiel do que ela se tornou nos últimos anos.</p>
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		<title>Blumenotas #30</title>
		<link>http://controversas.com/cotidiano/blumenotas-30/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 23:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blumenotas]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Metropolitano]]></category>
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		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[A edição #30 do Blumenotas publica uma série de twittadas feitas por blumenauenses. Comentários ácidos em 140 caracteres.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>RODOVIÁRIA<br />
Em 1980 foi possível construir uma rodoviária. Em 2011, não dá pra reformá-la. Blumenau 2050 dá medo&#8230; (via <a href="http://twitter.com/#!/rldalagnolo" target="_blank">@rdalagnolo</a>)</p>
<p>TRIBUTOS<br />
Quem veio primeiro? A sonegação ou os impostos altos? (via <a href="http://twitter.com/#!/fresard" target="_blank">@fresard</a>)</p>
<p>FUTEBOL<br />
Pelas entrevistas, o Metrô está se fiando demais na ajuda dos empresários, que é uma hipótese. Precisa começar a jogar já, e não esperar (via <a href="http://twitter.com/#!/carlos_tonet" target="_blank">@carlos_tonet</a>)</p>
<p>MÚSICA<br />
Sobre a FCBLU: era uma casa muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada. Ninguém podia falar dela não, pq processados todos serão&#8230; (via <a href="http://twitter.com/#!/viegasdacosta" target="_blank">@viegasdacosta</a>)</p>
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		<title>Nova arquitetura no portal</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 13:02:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura de informação]]></category>
		<category><![CDATA[linha editorial]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[O Portal Controversas passará por mudanças no mês de março. O website terá uma nova arquitetura de informação, leves alterações na linha editorial e mudanças no visual da página inicial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/02/icone_fave.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3399" style="margin: 2px;" title="icone_fave" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2011/02/icone_fave.jpg" alt="" width="151" height="106" /></a>O Portal Controversas passará por mudanças no mês de março. As alterações serão no visual, arquitetura de informação e também no projeto editorial do website.</p>
<p>Continuaremos a utilizar o template Hamasaki do sistema WordPress, porém este sofrerá mudanças drásticas no visual. O Controversas ganhará ainda mais características de portal, deixando de lado o modelo blog.</p>
<p>Haverá também ajustes no projeto editorial. Possivelmente, a ampliação da equipe de colaboradores do site. No entanto, o Controversas permancerá como um site de análise e informações de Blumenau, focado na crítica.</p>
<p>A  primeira das novidades já está no ar: é o twitter oficial do Portal Controversas (<a href="http://twitter.com/portalcontro" target="_blank">@portalcontro</a>), também disponível na coluna direita do site. O microblog será usado não apenas para &#8220;linkar&#8221; os posts, mas também para comentários e observações rápidas sobre Blumenau e região.</p>
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		<title>Candidatos no twitter</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 14:47:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[candidatos]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[É possível acompanhar todos os candidatos de Santa Catarina nessas eleições no twitter sem segui-los um por um? Sim. A jornalista Denisse Lopes organizou em listas, as candidaturas daqui numa única conta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Candidatos do Médio Vale, para deputado estadual e federal, senado e governo estadual e mais os presidenciáveis. Quem navega pelo twitter pode acompanhar os concorrentes nessas eleições de uma forma fácil.</p>
<p>A conta @candidatoSC, da jornalista Denisse Lopes, organiza os candidatos catarinenses e os presidenciáveis em categorias. Assim, o usuário poder seguir apenas a lista, ao invés de seguir um por um, todos os concorrentes.</p>
<p>Veja o twitter com todos os candidatos em <a href="http://www.twitter.com/candidatoSC" target="_blank">www.twitter.com/candidatoSC</a></p>
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		<title>Encontro de twitteiros</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 18:54:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovanni Ramos - contato@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte/Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[encontro]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Os twitteiros de Blumenau estão organizados. Eles promoverão o primeiro tweetencontro nesta sexta-feira, a partir das 20 horas na boate D'lay. O evento é gratuito e será cobrado apenas um agasalho para doação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://controversas.com/wp-content/uploads/2010/06/twitter.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2434" style="margin: 2px;" title="twitter" src="http://controversas.com/wp-content/uploads/2010/06/twitter.jpg" alt="" width="240" height="240" /></a>Os twitteiros de Blumenau estão organizados. Eles promoverão o primeiro tweetencontro nesta sexta-feira, a partir das 20 horas na boate D&#8217;lay. O evento é gratuito e será cobrado apenas um agasalho para doação (em uma parceria com a Secretaria de Assistência Social da Prefeitura).</p>
<p>Para poder participar, é preciso fazer o cadastro neste <a href="http://www.antenado.com/tweetencontro/" target="_blank"><strong>site</strong></a> até 17h de sexta-feira. Não é obrigatório possui um twitter para entrar.</p>
<p>Dois DJs coordenarão a música na festa. Menores de 16 anos não podem entrar.</p>
<p>- Siga o <strong><a href="http://twitter.com/tweetencontro" target="_blank">@tweetencontro</a></strong></p>
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		<title>O mundo é 2.0</title>
		<link>http://controversas.com/colunas/fabioricardo/o-mundo-e-2-0/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 11:40:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Ricardo - fabio@controversas.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fábio Ricardo]]></category>
		<category><![CDATA[blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você está aqui, pode ser apenas um curioso, um nerd, está procurando entretenimento online ou simplesmente gosta de internet e tecnologia como um todo. Mas uma coisa é óbvia: se você está aqui é porque você está em frente a um computador conectado à internet. Explico isso logo de início porque à primeira vista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 284px"><img src="http://blog.biano.com.br/blog/wp-content/uploads/obama_twitter.jpg" alt="" width="274" height="341" /><p class="wp-caption-text">A internet é onipresente e onisciente. Pode mudar mundos, como no exemplo desse cara aqui.</p></div>
<p>Se você está aqui, pode ser apenas um curioso, um nerd, está procurando entretenimento online ou simplesmente gosta de internet e tecnologia como um todo. Mas uma coisa é óbvia: se você está aqui é porque <strong>você está em frente a um computador conectado à internet</strong>. Explico isso logo de início porque à primeira vista pode ser estranho uma coluna sobre o mundo digital num site como o <strong>Portal Controversas</strong>. Estamos acostumados (desde o Controvérsias e Pitorescas) a encontrar aqui discussões e críticas à política, cultura e ao modo de vida do blumenauense.</p>
<p>É de se estranhar, então, uma coluna tão “leve” por estes lados.</p>
<p>O motivo de apresentar no Portal Controversas a <strong>2.0</strong>,  uma coluna sobre internet, é porque no mundo conectado onde estamos inseridos, as informações se espalham muito mais rápido pela internet do que por telefone, pelo boca-a-boca e – a comparação chega a ser ridícula – pelos jornais. Por isso, vamos além dos vídeos engraçadinhos de gatinhos em situações constrangedoras, dos powerpoints que recebemos da nossa tia-avó por e-mail e da melhor-banda-dos-últimos-tempos-da-última-semana que acabou de lançar single no myspace.</p>
<p>Vamos falar por aqui de tudo que bombou (positivamente ou negativamente) na net durante a semana, dos assuntos mais falados no Twitter dos blumenauenses, dos links mais curiosos (indo do útil ao simplesmente divertido) de gadgets e todo o tipo de novidade que estiver com o foco do momento.</p>
<p>Temos aqui na nossa região exemplos muito bons de uso das redes sociais e da internet como um todo. O trabalho realizado pela web através do twitter, do Orkut, do Alles Blau, e mais tarde do blog Chuvas em Santa Catarina, da RBS, durante a tragédia de novembro de 2008 rendeu elogios e estudos acadêmicos mundo afora. Atualmente, temos como acompanhar pelo Twitter gente como o @seterb e o @DefesaCivilBNU, atualizando em tempo real as condições de nossa cidade.</p>
<p>Sem contar que este ano é ano eleitoral. E muito mais do que isso, é um momento histórico importantíssimo para as redes sociais online no Brasil. É o primeiro ano que contará com a utilização direta e regulamentada da internet como veículo de campanha política. O fenômeno Obama mudou as eleições presidenciais norte-americanas, e muito disso se deve a utilizar de forma sensacional a internet como aliada. No Brasil, ainda engatinhamos no mundo online. Mas essas eleições serão o primeiro grande passo para entendermos que hoje o mundo online e o mundo offline não podem mais ser divididos. Ambos se complementam.</p>
<p>Hoje ninguém mais pode viver apenas offline. O online passou a fazer parte das nossas vidas. Até outubro, vamos poder ver isso acontecendo mais claramente. E o melhor: em tempo real.</p>
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